- A Associação Brasileira de Esclerose Múltipla estima que cerca de 40 mil brasileiros convivem com a doença.
- Neste sábado, 30 de maio, celebra-se o Dia Mundial da Esclerose Múltipla para conscientizar a população.
- Sintomas comuns, muitas vezes ignorados, incluem perda de força, formigamentos, alterações na visão, tontura, desequilíbrio e fadiga intensa, que podem aparecer em surtos.
- O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento antes de lesões neurológicas permanentes, reduzindo sequelas e retardando a progressão.
- Após o diagnóstico, a prática regular de atividade física, sono adequado, alimentação equilibrada, controle do estresse e acompanhamento multidisciplinar são importantes; evitar tabagismo, manter níveis de vitamina D e cuidar da saúde emocional também ajudam na qualidade de vida.
Amanhã é Dia Mundial da Esclerose Múltipla. A data busca conscientizar sobre a doença, que é crônica, inflamatória e autoimune. A Associação Brasileira de Esclerose Múltipla estima cerca de 40 mil brasileiros convivendo com a condição.
O evento celebração ocorre neste sábado, 30 de maio, em um contexto de maior entendimento sobre a manifestação da doença. A cobertura é baseada em informações da Abem e de especialistas consultados pelo Terra.
João Dib, neurologista do Hospital Samaritano Barra, explica que a esclerose múltipla pode se apresentar de maneiras distintas. Surtos com boa recuperação contrastam com quadros de progressão contínua dos sintomas.
Segundo o médico, a velocidade de evolução depende do tipo da doença, da resposta do organismo e do início precoce do tratamento. Fatores genéticos e ambientais também influenciam o curso.
Entre os sinais comuns, estão perda de força, formigamento, alterações na visão, tontura, desequilíbrio e fadiga intensa. Os sintomas podem aparecer em surtos, com melhora parcial e retorno.
O diagnóstico precoce é fundamental para iniciar o tratamento antes de lesões neurológicas permanentes. Assim, o risco de sequelas tende a diminuir e a progressão pode ser retardada.
A expectativa de vida de pessoas com esclerose múltipla vem se aproximando da da população geral, especialmente quando há diagnóstico rápido e tratamento adequado. Avanços terapêuticos mudaram o cenário.
Após o diagnóstico, a prática regular de atividade física, sono de qualidade, alimentação equilibrada e controle do estresse ajudam nos cuidados. A presença de uma equipe multidisciplinar também é essencial.
Além disso, é importante evitar tabagismo, manter níveis adequados de vitamina D e cuidar da saúde emocional. O tratamento envolve cuidados e remédios, em conjunto.
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