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Estudo analisa colmeia de 5,5 milhões de abelhas sob cemitério em Nova York

Estudo revela colmeia subterrânea com 5,5 milhões de abelhas no Cemitério East Lawn, Ithaca, uma das maiores concentrações de abelhas que nidificam no solo já registradas

Fêmea de Andrena regularis na entrada do ninho no Cemitério East Lawn, em Nova York
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  • Estudo publicado na revista Apidologie analisa uma colmeia com mais de 5,5 milhões de abelhas que nidificam no solo no Cemitério East Lawn, em Ithaca, Nova York.
  • As abelhas foram identificadas como Andrena regularis, a abelha-mineira-comum, uma espécie selvagem e solitária. A descoberta começou quando Rachel Fordyce coletou alguns indivíduos em um frasco.
  • Pesquisadores da Universidade de Cornell apontam que se trata de uma das maiores concentrações de abelhas que nidificam no solo já registradas.
  • O cemitério é visto como habitat estável, com ausência de pesticidas e solo pouco perturbado, favorecendo esse tipo de nidificação; o local também abriga diversidade animal.
  • O estudo ressalta a importância das abelhas solitárias como polinizadoras agrícolas relevantes para culturas de alto valor, como maçãs, e enfatiza a necessidade de preservar locais de nidificação.

Uma nova pesquisa publicada na revista Apidologie descreve a descoberta de uma enorme colmeia de abelhas no Cemitério East Lawn, em Ithaca, Nova York. O grupo estima que mais de 5 milhões de abelhas nidificam no solo do local, um feito considerado inédito.

A identificação começou quando Rachel Fordyce, técnica de um laboratório de entomologia da Universidade Cornell, observou grande atividade de abelhas no cemitério e coletou algumas em um frasco. A partir daí, pesquisadores confirmaram a espécie pela qualificação da colônia.

A espécie cadastrada é Andrena regularis, também chamada de abelha-mineira-comum. Trata-se de uma abelha selvagem, solitária, que constrói ninhos no solo e atua como polinizadora de importância econômica.

Descoberta e contexto

Segundo Steve Hoge, autor do estudo, a colônia representa uma das maiores concentrações de abelhas que nidificam no solo já documentadas, embora existam registros de outras grandes concentrações ao redor do mundo. A pesquisa investiga a biologia dessas abelhas e seu papel na polinização de culturas agrícolas.

Keven Morse, superintendente do Cemitério East Lawn, relata que o local abriga diversas espécies de fauna ao longo de décadas, com pouca perturbação do solo e ausência de pesticidas, condições favoráveis aos ninhos subterrâneos das abelhas. A gestão do cemitério envolve apoio à biodiversidade.

O estudo enfatiza a importância das abelhas solitárias na polinização de culturas de alto valor, como maçãs, em Nova York. A pesquisa também destaca a relevância de cemitérios urbanos como reservas de biodiversidade e de nidificação para espécies pouco estudadas.

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Estudo analisa colmeia de 5,5 milhões de abelhas sob cemitério em Nova York

Colmeia de 5,5 milhões de abelhas solitárias nidificando no solo no Cemitério East Lawn redefine o papel de cemitérios como reservas de biodiversidade e polinização agrícola

Fêmea de Andrena regularis na entrada do ninho no Cemitério East Lawn, em Nova York
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  • Estudo publicado na revista Apidologie analisa uma colmeia com mais de 5,5 milhões de abelhas que nidificam no solo do Cemitério East Lawn, em Ithaca, Nova York.
  • As abelhas foram identificadas como Andrena regularis, a abelha-mineira-comum, espécie selvagem e solitária.
  • A descoberta começou quando a técnica em entomologia Rachel Fordyce observou grande atividade de abelhas no cemitério e coletou uma amostra.
  • Pesquisadores da Universidade Cornell e o pesquisador Steve Hoge indicam que o cemitério abriga uma das maiores e mais antigas concentrações de abelhas que constroem ninhos no solo já documentadas.
  • O estudo destaca a importância dessas abelhas para a polinização de culturas de alto valor, como maçãs, e a relevância dos cemitérios como reservas de biodiversidade.

Uma colônia de abelhas suítes subterrâneas, estimada em 5,5 milhões de exemplares, foi identificada sob o solo do Cemitério East Lawn, em Ithaca, Nova York. A descoberta ocorreu após uma observação casual de uma técnica que trabalha perto do cemitério, que recolheu parte das abelhas para análise em um laboratório universitário.

Os investigadores, vinculados à Universidade de Cornell, identificaram as abelhas como da espécie Andrena regularis, também conhecida como abelha-mineira-comum. O achado aponta para uma das maiores concentrações já registradas de abelhas que nidificam no solo. O estudo está publicado na revista Apidologie e investiga a biologia dessas abelhas selvagens, importantes polinizadoras.

Descoberta e contexto

A observação inicial ocorreu quando a técnica reuniu abelhas em frasco para análise. O encontro levou pesquisadores a confirmar que o cemitério abriga uma colônia considerável, preservada pela ausência de pesticidas e pela pouca perturbação do solo. A constatação reforça a ideia de cemitérios como reservas de biodiversidade urbana.

Espécie e papel ecológico

A Andrena regularis é uma espécie solitária que constrói ninhos no solo. Sua atuação é relevante para culturas de alto valor na região, como maçãs, destacando a importância de conservar habitats de nidificação. A pesquisa reforça o papel dessas abelhas na pollinização de plantas cultivadas.

Local e fatores de preservação

Keven Morse, superintendente do East Lawn, informou que o cemitério já hospedau várias espécies de fauna, incluindo veados e aves de rapina. Ele também destacou a tranquilidade do local, a ausência de pesticidas e o manejo de solo pouco perturbado como fatores que favorecem a sobrevivência das abelhas.

Implicações da pesquisa

O estudo apresenta método para documentar aspectos da biologia das abelhas e destaca a importância de reconhecer áreas de nidificação. Pesquisadores ressaltam que, embora existam outras grandes colonias mundialmente, esta corresponde entre as maiores já descritas na literatura científica. A gestão de cemitérios pode, assim, contribuir para a conservação de espécies polinizadoras.

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