- Nos EUA, carregadores ultrarrápidos de 600 kW a 1 MW já estão sendo instalados por empresas como ChargePoint e ABB.
- A Europa aposta em carros projetados para tirar proveito dessa potência, buscando reduzir drasticamente o tempo de recarga.
- A ideia é chegar a recargas feitas em minutos, aproximando-se do tempo de abastecimento de veículos movidos a gasolina.
- O ritmo é desigual: os EUA avançam mais na infraestrutura, enquanto a Europa trabalha para sincronizar redes e fabricantes desde o começo.
- A Europa se aproxima do modelo chinês de carregamento ultrarrápido, preparando-se para aproveitar essa energia desde o lançamento.
O ritmo da eletrificação avança com maior potência de carregamento. Nos Estados Unidos, carregares de 600 kW a 1 MW já estão sendo instalados para atender veículos elétricos, reduzindo o tempo de recarga. A abordagem busca diminuir a distância entre tempo de abastecimento e abastecimento convencional.
A notícia ressalta que o principal entrave não é apenas a autonomia, mas o tempo necessário para recarregar. Carregadores ultrarr rápidos prometem baterias plenamente carregadas em minutos, o que pode mudar a experiência de uso de EVs em trajetos diários.
Nos EUA, empresas como ChargePoint e ABB lideram a implantação desses sistemas de alta potência, abrindo caminho para uma rede de recarga mais competitiva. O ritmo de adoção varia conforme o mercado e a disponibilidade de veículos compatíveis.
Europa começa a se alinhar ao ultrarrápido
Na Europa, a tendência é diferente: o foco é alinhar redes e produção de veículos para aproveitar a potência já desde o começo. A ideia é impedir gargalos entre infraestrutura e oferta de carros capazes de operar com carregadores de até 1 MW.
Essa abordagem busca sincronizar investimentos em infraestrutura com o desenvolvimento de modelos projetados para utilizar potências elevadas. O objetivo é oferecer recargas rápidas sem exigir longos ajustes tecnológicos por parte do consumidor.
A comparação entre os dois lados do Atlântico aponta para duas velocidades: o avanço norte-americano na instalação de infraestrutura e o ritmo europeu, mais atento à integração de veículos que maximizem o benefício dessa energia.
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