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Mãe revela volume de leite materno extraído e recebe agradecimentos

Doula de Los Angeles divulga quantidades típicas de leite extraído e o alívio de mães diante do mito de produção excessiva

Mãe mostra quantidade real que consegue extrair de leite materno — Foto: Reprodução/Today
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  • Caitlin Wilder, de 37 anos, mãe em Los Angeles e doula, fez vídeo para mostrar as quantidades típicas de leite extraídas, desmistificando imagens de grandes volumes na internet.
  • Ela revelou que, ao amamentar o segundo filho, percebeu que nem todas as mães produzem muito leite e que o suficiente pode ser suficiente.
  • Wilder repostou o vídeo a cada seis meses após receber enxurrada de mensagens de apoio e pedidos de ajuda de outras mães.
  • Especialistas lembram que a produção de leite varia: bebês costumam consumir de 740 a 950 ml por dia; em oito sessões diárias, uma prática com bomba pode render de 85 a 115 ml por sessão.
  • A La Leche League aponta que mães que amamentam exclusivamente podem produzir menos de 60 ml por sessão; Wilder planeja continuar levantando o tema de que o suficiente é o ideal.

Caitlin Wilder, mãe de Los Angeles, ganhou notoriedade ao revelar a quantidade de leite materno que consegue extrair e a enxurrada de agradecimentos que recebeu nas redes. Aos 37 anos, a doula decidiu compartilhar dados realistas sobre o que é comum na prática de aleitamento, após perceber que conteúdos com grandes volumes de leite geravam pressão entre mães.

A história começou durante a gestação do segundo filho. Wilder temia ter leite demais, uma ideia que a levou a quase comprar outra geladeira para armazenar o leite extra. Ao longo de sua primeira experiência, ela percebeu que os relatos que via na internet não refletiam sua realidade e começou a questionar padrões apresentados online.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Wilder mostrou, de forma objetiva, a pequena quantidade de leite já extraída em determinado momento, acompanhado de uma breve brincadeira musical. O registro acabou sendo republicado periodicamente diante do volume de comentários e mensagens recebidas.

O que motivou a ação foi a experiência de várias mães que relatam sentimentos de inadequação por não produzirem grandes quantidades. Entre os relatos, houve relatos de depressão pós-parto, pressão para produzir mais leite e dúvidas sobre a alimentação adequada dos filhos. A mãe explica que a produção varia muito entre as mulheres.

Especialistas citados destacam que a produção de leite é individual e depende de fatores como demanda do bebê. Um nutricionista consultado afirma que bebês tendem a consumir entre 740 e 950 ml de leite por dia, e que sessões de bombeamento devem ser avaliadas de acordo com cada caso. A La Leche League aponta que mães que amamentam exclusivamente podem ter menos de 60 ml por sessão.

Wilder ressalta que a ideia central é normalizar o que é comum para cada pessoa, evitando comparações extremos. Ela enfatiza que a prática pode ajudar mães de primeira viagem a entender que o suficiente também é adequado. Com o nascimento do terceiro filho, a estudante de lactação pretende manter o movimento de esclarecimento sobre a amamentação.

Segundo a protagonista, o objetivo é falar de forma direta sobre quantidades mínimas esperadas ao usar bomba de leite, sem se deixar abalar por padrões inadequados. A iniciativa recebida com gratidão é vista pela mãe como estímulo para continuar chamada pública, sem alterar o foco técnico e informativo da mensagem.

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