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Avaliação de empresa espanhola de cibersegurança não é animadora

Conferência em Madri aponta mudança de paradigma na cibersegurança: ataques mais sofisticados com IA exigem adaptação urgente das defesas

Imagens | Xataka
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  • A conferência Secure&IT, em Madri, tratou de como a IA é usada tanto na defesa quanto no cibercrime, com ataques cada vez mais personalizados, automatizados e enganosos.
  • A segurança cibernética terá que se adaptar a uma vulnerabilidade crescente, impulsionada pela velocidade das mudanças e pelas novas ferramentas baseadas em algoritmos.
  • Não se trata apenas de acrescentar ferramentas, mas de uma mudança de paradigma na forma de pensar a proteção digital.
  • O CEO da Secure&IT, Francisco Valencia, afirmou que estamos dez passos atrás do cibercrime, destacando a distância atual entre defesa e ameaça.
  • O debate enfatizou a necessidade de repensar atualizações de software e a capacidade de antever ameaças para reduzir lacunas de segurança.

Ontem de manhã, a conferência de cibersegurança Secure&IT aconteceu em Madri, com foco em como empresas utilizam IA para se defender dos cibercriminosos. O evento reuniu líderes do setor, especialistas e jornalistas para discutir os desafios atuais.

A Secure&IT mostrou que o que muda não é apenas a tecnologia, e sim a mentalidade da defesa cibernética. A velocidade de ataques, a sofisticação das táticas e o uso de ferramentas baseadas em algoritmos exigem novas formas de proteção, atualização de softwares e antecipação de ameaças.

A visão apresentada aponta para uma mudança de paradigma: não basta incluir IA como camada adicional, é preciso repensar estratégias inteiras de segurança. Os palestrantes destacaram que ataques estão mais personalizados, com automação e técnicas de engano cada vez mais comuns.

Mudança de paradigma na cibersegurança

Dados da apresentação ressaltam que as organizações precisam adaptar processos e governança para acompanhar o ritmo das ameaças. A conversa enfatizou a crescente vulnerabilidade e a necessidade de planos de resposta mais ágeis.

Conforme a CEO da Secure&IT, a percepção é de que a indústria está “quinze ou vinte passos atrás” do cibercrime, uma avaliação que orienta a discussão sobre investimento, talent acquisition e cooperação entre empresas para reduzir lacunas de defesa.

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