- Um estudo internacional aponta que as mudanças climáticas tornam a Amazônia mais sensível ao desmatamento.
- No pior cenário climático, devastação de 10% da área pode colapsar o regime de chuvas.
- A pesquisa destaca maior fragilidade da floresta diante da perda de cobertura vegetal.
- Os resultados sugerem riscos para padrões de precipitação caso a devastação aumente.
O estudo internacional aponta que mudanças climáticas tornam a Amazônia mais sensível ao desmatamento. Em um cenário extremo, até 10% da área pode comprometer o regime de chuvas na região, elevando o risco de secas.
A pesquisa liga o aquecimento global a alterações no padrão de precipitação, aumentando a fragilidade da floresta diante do corte de árvores. Com esse contexto, o desmate tende a ter impactos mais profundos.
Os signatários do estudo destacam a necessidade de monitoramento contínuo, políticas públicas mais rígidas e esforços de restauração para reduzir vulnerabilidades, especialmente em áreas-chave.
Os dados usados vêm de equipes internacionais que combinaram observação e modelos climáticos para projetar possíveis desfechos sob diferentes cenários, reforçando a importância de ações rápidas.
Por Thalita Martins.
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