- O Conselho Federal de Medicina lançou a plataforma Medicina Segura para combater falsos médicos no Brasil.
- A iniciativa surge diante do aumento de denúncias sobre consultas, procedimentos estéticos e prescrições realizados por pessoas sem formação médica adequada.
- O CFM informou que, pelo menos, dois casos diários de exercício ilegal da medicina são registrados no país.
- A ferramenta recebe denúncias, ajuda a identificar falsos profissionais e fortalece o enfrentamento de práticas que colocam pacientes em risco.
- A médica Rosylane Rocha, segunda vice-presidente do CFM e coordenadora do projeto, explica como a plataforma deve funcionar na prática.
A plataforma Medicina Segura, lançada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), chega em meio ao crescimento de denúncias sobre consultas, procedimentos estéticos e prescrições realizados por pessoas sem formação médica. O CFM aponta que, no Brasil, há pelo menos dois casos diários de exercício ilegal da medicina.
Rosylane Rocha, segunda vice-presidente do CFM e coordenadora do projeto, explica o objetivo da iniciativa: receber denúncias, apoiar a identificação de falsos profissionais e fortalecer o combate a práticas que colocam pacientes em risco. A ideia é ampliar a transparência e a segurança no atendimento.
Durante o episódio, a médica detalha como a plataforma deve funcionar na prática, quais informações serão coletadas e como será a avaliação das denúncias apresentadas. O tema é apresentado com dados do CFM sobre a atuação de profissionais não habilitados no país.
Como funciona a plataforma
A ferramenta permite encaminhar denúncias e facilitar a identificação de possíveis falsos médicos. Segundo o CFM, o processo envolve triagem inicial, verificação de registro profissional e encaminhamento aos setores competentes para providências.
A expectativa é que Medicina Segura sirva de apoio a pacientes e profissionais de saúde, contribuindo para reduzir riscos. O projeto busca ainda ampliar a educação sobre a formação necessária para atender com segurança.
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