- Elon Musk afirmou que datacenters em órbita seriam mais baratos devido ao acesso à energia solar, segundo ele.
- A ideia é que satélites teriam menos interferência atmosférica, o que reduziria custos operacionais, similar ao projeto Suncatcher do Google.
- A princípio, lançar e manter datacenters espaciais não será barato, e a principal limitação é a quantidade de eletricidade disponível.
- Um exemplo: as placas da Estação Espacial Internacional produzem cerca de 100 kilowatts, bem abaixo da demanda de datacenters hyperscale.
- Os datacenters no espaço devem ser usados em menor escala, para fins estratégicos, como usos militares ou backup de dados muito valiosos.
Recentemente, Elon Musk afirmou que a SpaceX pretende montar datacenters em órbita, alegando que o acesso a energia solar no espaço tornaria a operação mais econômica do que a dos datacenters terrestres. A mensagem tomou as redes, gerando debates sobre custos e viabilidade.
Entre os envolvidos, a SpaceX aparece como proponente principal, com Musk no comando. O Google também é citado como parceiro em projetos semelhantes, como o Suncatcher, que busca explorar energia solar no espaço para datacenters.
No entanto, especialistas destacam limites energéticos relevantes. Painéis solares geram menos energia do que precisa um grande datacenter, especialmente sem interferência atmosférica. Na Estação Espacial Internacional, por exemplo, 2.500 m² produzem cerca de 100 kilowatts, mil vezes menos que modelos hyperscale.
Dessa forma, datacenters orbitais devem operar em menor escala, com usos estratégicos. Possíveis aplicações incluem setores militares e backups de dados extremamente valiosos, conforme avaliações técnicas consideradas até o momento.
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