- O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado em 5 de junho de 1972 pela Organização das Nações Unidas, durante a Conferência de Estocolmo, realizada de 5 a 16 de junho.
- Foi o primeiro grande encontro global para discutir degradação ambiental e poluição, com a adoção da Resolução A/Res 2994 (XXVII), que oficializou a data.
- No Brasil, a Política Nacional do Meio Ambiente foi criada em 1981, ganhou relevância com a Constituição de 1988 e abriu caminho para a Conferência do Rio de 1992, com a implementação da Agenda 21.
- Em 25 de maio, a Embaixada da Itália em Brasília assinou um Acordo de Cooperação Científica entre o Conselho Nacional de Pesquisa da Itália (CNR) e o ICMBio, durante a 9ª edição do Dia da Pesquisa Italiana no Mundo.
- A pesquisadora Vininha F. Carvalho ressalta que a educação ambiental é central para tornar a sustentabilidade prática e construir um futuro mais seguro para todas as formas de vida.
O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado em 5 de junho de 1972 pela Organização das Nações Unidas, durante a Conferência de Estocolmo, realizada na Suécia entre 5 e 16 de junho. A data nasceu para discutir degradação ambiental e poluição em escala global.
O evento marcou o primeiro grande encontro internacional da ONU com foco específico no tema e contou com a aprovação da Resolução A/Res 2994 (XXVII), oficializando a data como referência anual.
Para especialistas, o conceito de meio ambiente abrange tudo que envolve a vida, incluindo aspectos físicos, químicos, biológicos e sociais, que influenciam o equilíbrio planetário.
Parcerias para a conservação
No Brasil, a Política Nacional do Meio Ambiente, criada em 1981, fortaleceu a proteção ambiental e ganhou impulso com a promulgação da Constituição de 1988, que legitimou a realização da Rio-92.
Na conferência do Rio de 1992, foi eleita a Agenda 21 como instrumento de desenvolvimento sustentável para conter a degradação ambiental e assegurar a continuidade da vida no planeta.
Em Brasília, a Embaixada da Itália sediou, na sexta-feira, 25 de maio, a assinatura de um Acordo de Cooperação Científica entre o Conselho Nacional de Recherche da Itália (CNR) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Os presidentes das instituições, Andrea Lenzi e Mauro Oliveira Pires, assinaram o acordo na presença do Embaixador italiano, Alessandro Cortese, durante a 9ª edição do Dia da Pesquisa Italiana no Mundo.
Patrimônio biológico e educação ambiental
O Brasil concentra o maior patrimônio biológico do planeta, distribuído por cinco biomas, com papel central na biodiversidade global. A Itália abriga cerca de um terço das espécies do continente europeu, resultado de sua diversidade climática.
A sustentabilidade precisa virar prática, com a educação ambiental como eixo central para transformar hábitos e assegurar um futuro mais estável para todas as formas de vida.
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