- A Anvisa atualizou as medidas de prevenção contra doenças transmissíveis, como ebola e sarampo, em portos e aeroportos do Brasil, publicada nesta quarta-feira (3).
- A norma determina a instalação de banners informativos em áreas de desembarque internacional para orientar sobre sintomas, formas de transmissão e condutas a seguir.
- As unidades de saúde dos piores e portos devem realizar triagens, orientar e encaminhar viajantes suspeitos, além de exigir capacitação dos profissionais e ações educativas para os viajantes.
- A medida faz parte do Plano de Contingência para Doenças Transmissíveis, com o objetivo de prevenir a entrada de doenças no país e proteger a saúde da população.
- A diretora-presidente da Anvisa, Maria do Carmo, afirma que a atualização acompanha o cenário epidemiológico internacional para reforçar a segurança sanitária.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou as medidas de prevenção contra doenças transmissíveis, como ebola e sarampo, em portos e aeroportos do Brasil. A norma, publicada nesta quarta-feira (3), determina a instalação de banners informativos em áreas de desembarque internacional e reforça ações de vigilância e controle sanitário.
A atualização visa fortalecer a proteção da saúde pública diante do risco de entrada de doenças infecciosas, sobretudo com o incremento de casos de sarampo em países vizinhos e a preocupação com o ebola, presente recentemente na África. As unidades de saúde dos aeroportos e portos devem realizar triagens, orientar e encaminhar viajantes suspeitos.
Também passam a ser previstos a capacitação de profissionais de saúde e a divulgação de informações educativas aos viajantes. A diretora-presidente da Anvisa, Maria do Carmo, disse que a medida acompanha mudanças no cenário epidemiológico internacional e busca ampliar a segurança da população, especialmente em desembarques internacionais.
A norma determina que banners informativos contenham sintomas, formas de transmissão e orientações para sinais suspeitos. Ela reforça ainda o uso de equipamentos de proteção individual por profissionais de saúde e agentes de fiscalização, como parte do Plano de Contingência para Doenças Transmissíveis.
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