- A Anvisa determinou o recolhimento de um lote da água mineral Crystal após laudo do Lacen-DF indicar a presença de Pseudomonas aeruginosa.
- O lote é LZ1 VAL 20012, com 374,4 mil garrafas de 500 ml, produzido em 20 de janeiro em Luziânia (GO) e distribuído no Distrito Federal, Goiás, São Paulo e Tocantins.
- A operação de recolhimento foi feita pela Brasal Refrigerantes, parceira da Coca-Cola, em conjunto com a fabricante Mineração Bom Jesus, que fez o recolhimento voluntário.
- A bactéria já havia sido identificada em materiais de limpeza da linha Ypê; a Anvisa segue acompanhando a investigação com informações mantidas atualizadas.
- A Coca-Cola afirma que o lote envolvido não está ligado à infraestrutura ou à logística das operações da Coca-Cola FEMSA Brasil, e que todas as demais águas Crystal repartidas pela empresa seguem seguras para consumo.
A Anvisa determinou o recolhimento de um lote da água mineral sem gás Crystal, da Coca-Cola Company, após laudo do Lacen-DF indicar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em uma amostra. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 3 de junho de 2026.
O lote em questão é o LZ1 VAL 20012, composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml. O produto foi envasado em 20 de janeiro, em Luziânia (GO), e distribuído em quatro estados: Distrito Federal, Goiás, São Paulo e Tocantins. A fabricante informou que o recolhimento foi feito pela Brasal Refrigerantes, parceira da empresa.
A Pseudomonas aeruginosa já havia sido identificada em detergentes da marca Ypê no início do mês. O microrganismo é resistente a muitos antibióticos, pode sobreviver no ambiente e está associado a infecções urinárias e respiratórias.
Situação atual e ações da empresa
A Coca-Cola Company afirma que a operação de recolhimento e a investigação interna foram conduzidas pela Brasal Refrigerantes, unidade parceira. A empresa reitera que o lote envolve apenas a Brasal e que as operações da Coca-Cola FEMSA Brasil permanecem inalteradas.
A Brasal informou que está cooperando com as autoridades sanitárias e realizou as investigações necessárias para apurar as causas e circunstâncias do incidente. A Anvisa acompanha o caso e mantém a avaliação de risco, com base no laudo fiscal e nas evidências apresentadas.
Representantes da empresa foram contatados pela imprensa para esclarecimentos adicionais. A investigação segue em andamento, com foco na abrangência do lote informado e em possíveis medidas preventivas para evitar novas ocorrências. A nota oficial da agência destaca que as informações disponíveis apontam para ocorrência restrita ao lote citado.
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