- A Anvisa determinou a suspensão da comercialização e o recolhimento de um lote da água mineral sem gás da marca Crystal.
- O motivo é a detecção da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto.
- O lote envolvido é o P 200126, fabricado em Luiziânia (GO), com mais de 374,4 mil garrafas de quinhentos mililitros.
- As garrafas teriam sido comercializadas para o Distrito Federal, Tocantins, Goiás e São Paulo.
- A Crystal integra o Sistema Coca‑Cola; o CEO global é Henrique Braun, que assumiu o cargo em trinta e um de março de 2026.
A Anvisa determinou a suspensão da comercialização e o recolhimento de um lote da água mineral sem gás Crystal. A medida foi anunciada nesta quarta-feira, 3, após identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto.
O lote envolvido é o P 200126, fabricado em Luziânia, Goiás. São mais de 374,4 mil garrafas de 500 mililitros, distribuídas para o Distrito Federal, Tocantins, Goiás e São Paulo.
A Crystal integra o portfólio do Sistema Coca-Cola. O CEO global da companhia é o brasileiro Henrique Braun, que assumiu o cargo em 31 de março de 2026, substituindo James Quincey.
Lote alvo e distribuição
Segundo a Anvisa, a Agência recebe informações de remessa com o lote recolhido. A operação envolve o recolhimento voluntário e a suspensão de venda até a conclusão de análise de risco. Não houve confirmação de casos de saúde até o momento.
A fabricante orienta que consumidores que adquiriram o produto não consumam o líquido. A Anvisa manterá atualização sobre o andamento do processo e eventuais novas medidas de segurança sanitária.
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