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Frio afeta o cérebro e aumenta sensação de preguiça

Dias frios e menos luminosidade elevam melatonina e reduzem serotonina, deixando o cérebro mais lento e a produtividade em queda

O cérebro muda no frio e aumenta a preguiça, explica especialista
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  • Com dias frios, menos luz solar altera neurotransmissores e hormônios ligados ao humor, energia e disposição.
  • A redução da exposição ao sol aumenta a melatonina e diminui a serotonina, deixando o cérebro mais lento e propenso à fadiga.
  • O frio e a rotina mudam assim, com menos exercícios, menos contato com a luz natural e mais isolamento, o que influencia as emoções e a cognição.
  • Praticar exercícios continua importante, mesmo no frio, para manter corpo e mente em equilíbrio.
  • Aromas e óleos essenciais podem ajudar: cheiros como café, canela e baunilha ativam memórias afetivas; limão, manjericão, pimenta-preta e pimenta-rosa podem estimular foco e disposição.

O frio chegando costuma trazer cansaço, dificuldade para acordar e queda na produtividade. Especialistas associam esses efeitos às mudanças ambientais típicas de dias frios e ao funcionamento do cérebro.

A neurocientista e aromaterapeuta Daiana Petry explica que a redução da luz solar interfere nos neurotransmissores e hormônios ligados ao humor, à energia e à disposição. O cérebro funciona de modo diferente em dias mais frios e com menos luminosidade.

Segundo ela, dias mais escuros elevam a produção de melatonina, hormônio do sono, enquanto menos exposição ao sol reduz a serotonina, relacionada ao bem-estar e à motivação. O resultado é um cérebro mais lento, com fadiga física e mental.

O subtracto do cotidiano no frio também agrava o processo. Em temperaturas baixas, pessoas tendem a praticar menos exercícios, a receber menos luminosidade natural e a passar mais tempo em ambientes fechados.

Essas mudanças de rotina influenciam o humor e a cognição, pois o cérebro depende de estímulos externos para manter o equilíbrio emocional. Menos movimento, menos luz e mais isolamento podem intensificar a fadiga.

O que fazer para ajudar o cérebro nos dias frios

Para enfrentar o período, Daiana recomenda estimular o olfato, já que aromas se conectam ao sistema límbico, área ligada a emoções e memórias. Cheiros como café, canela e baunilha podem trazer senso de acolhimento.

Ainda segundo a especialista, óleos essenciais como limão, manjericão, pimenta-preta e pimenta-rosa ajudam a melhorar o foco, a atenção e a disposição mental durante o frio. Essas práticas visam manter o equilíbrio cognitivo.

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