- A primeira UTI ao ar livre fica no terraço do King’s College Hospital, no sul de Londres, e começará a monitorar se o ambiente externo acelera a recuperação de pacientes graves.
- A paciente Hollie Allan, de 29 anos, é a primeira a usar a nova sala, que tem espaço para seis pacientes e disponibiliza tomadas de energia e oxigênio em caixas ao lado de cada cama.
- A sala ao ar livre foi projetada para oferecer cuidados de UTI com segurança, mantendo o suporte de vida necessário, mesmo em ambiente externo.
- A equipe médica pretende acompanhar os efeitos da exposição à natureza, que estudos indicam poder melhorar o bem-estar e reduzir o tempo de internação.
- O investimento supera US$ 2,7 milhões (R$ 13 milhões) e foi financiado pela instituição de caridade do hospital; a expectativa é que o modelo baixe internações e possa ser replicado em outros hospitais do Serviço Nacional de Saúde.
A primeira UTI instalada no terraço de um hospital no Reino Unido ficará ao ar livre. No King’s College Hospital, em Londres, a sala externa passará a monitorar se o ambiente aberto acelera a recuperação de pacientes em estado grave. Hollie Allan, 29 anos, foi a primeira paciente a deixar a UTI para a nova sala.
A sala ao ar livre está localizada no sexto andar do hospital e abriga até seis pacientes. Cada cama tem tomada, oxigênio e alimentação conectados por caixas seladas e resistentes à água, permitindo cuidados com segurança.
O projeto envolve a equipe de terapia intensiva, que pretende avaliar impactos da exposição ao ar livre na recuperação. A iniciativa recebeu apoio de uma instituição de caridade do hospital, com orçamento superior a US$ 2,7 milhões (≈ R$ 13 milhões) para construir e manter o espaço.
A designer de jardins Sarah Price e o arquiteto paisagista Nigel Dunnett assinam o visual do terraço, com plantas como madressilva, jasmim e lavanda. O espaço foi criado para oferecer bem-estar e estimular a respiração dos pacientes.
Segundo Clive Kay, diretor executivo do King’s, a expectativa é que o projeto reduza o tempo de internação e permita melhor aproveitamento das UTIs. O hospital aponta o caráter experimental como base para possíveis ampliações no NHS.
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