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Cães-robô reforçam segurança em estádios da Copa do Mundo

Cães-robô com câmeras monitoram torcedores na Copa de 2026; sem armas, atuam em Dallas e Guadalupe, ampliando vigilância e levantando debate sobre privacidade

A adoção dos robôs faz parte da estratégia de ampliar o monitoramento dos eventos sem expor agentes de segurança a situações potencialmente perigosas - (crédito: Reprodução/wired)
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  • Cães-robôs vão reforçar a segurança em estádios da Copa do Mundo de 2026, equipados com câmeras e visão noturna para monitorar torcedores e detectar comportamentos incomuns.
  • Nos Estados Unidos, o modelo Spot, da Boston Dynamics, fará rondas no entorno do AT&T Stadium, em Dallas.
  • No México, quatro cães-robôs do modelo K9-X, da Unitree Robotics, serão usados nas áreas externas do Estádio BBVA, em Guadalupe, durante quatro partidas.
  • O K9-X é controlado remotamente e já foi testado em partidas anteriores, atuando como apoio às forças de segurança e sinalizando comportamentos suspeitos.
  • A adoção busca ampliar o monitoramento sem expor agentes a riscos, mas levanta debates sobre privacidade; a Boston Dynamics afirma que não utiliza reconhecimento facial.

O Mundial de 2026 contará com um reforço tecnológico na segurança dos estádios: cães-robôs equipados com câmeras e visão noturna vão monitorar a movimentação de torcedores e identificar situações de risco. A iniciativa ocorre nas cidades-sede dos jogos, incluindo Estados Unidos e México.

Na região de Dallas, nos EUA, o modelo Spot, da Boston Dynamics, fará patrulhas ao redor do AT&T Stadium. No México, quatro cães-robôs do modelo K9-X, da Unitree Robotics, atuarão nas áreas externas do Estádio BBVA, em Guadalupe, durante quatro partidas. Nenhum equipamento é armado.

De acordo com a imprensa, o K9-X já foi testado em partidas no Monterrey e serve como apoio às forças de segurança, detectando comportamentos suspeitos e enviando alertas a operadores. O Spot é de controle autônomo, enquanto o K9-X é operado remotamente.

Tecnologia usada

A operação envolve câmeras integradas, visão noturna e sensores para mapear movimentação em tempo real. A diferença entre os modelos está no modo de operação: um funciona de forma mais autônoma, o outro depende de controle remoto.

Alcance e impactos

A adoção busca ampliar o monitoramento sem expor agentes a riscos. Invisibilizações de dados e privacidade aparecem entre as discussões, com usuários temendo reconhecimento facial. As fabricantes afirmam que o sistema não utiliza esse recurso.

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