- A missão chinesa Tianwen-2 está a caminho de Kamo’oalewa, objeto que acompanha a órbita da Terra ao redor do Sol, para tentar esclarecer sua origem.
- O objetivo é determinar se o corpo é um asteroide ou um fragmento da Lua, uma dúvida debatida por anos entre cientistas.
- A sonda foi lançada em maio de 2025 e deve chegar ao alvo nos próximos dias, iniciando a coleta de amostras da superfície no mês seguinte.
- Após a coleta, as amostras devem ser enviadas à Terra, com chegada prevista para 2027 para análise pela Academia Chinesa de Ciências.
- A descoberta de Kamo’oalewa, observada pela primeira vez em 2016 pelo Pan-STARRS, motivou hipóteses de origem estudadas por pesquisadores europeus e norte-americanos.
Kamo’oalewa, um corpo que shares a órbita da Terra ao redor do Sol, pode ter sua origem revelada pela missão chinesa Tianwen-2. Se tudo ocorrer como planejado, a sonda chegará ao objeto nos próximos dias para iniciar a coleta de amostras da sua superfície, com retorno previsto para a Terra em 2027.
A missão foi lançada em maio de 2025 com destino a Kamo’oalewa. Ao concluir a coleta, o material será transportado de volta à Terra para análises pela Academia Chinesa de Ciências, em busca de esclarecer se o objeto é um asteroide ou um fragmento da Lua.
Kamo’oalewa foi descoberto em 2016 pelo telescópio Pan-STARRS, no Havaí. Desde então, cientistas europeus e norte-americanos apresentaram hipóteses sobre sua origem, sem confirmação definitiva até o momento.
Missão Tianwen-2: objetivo e cronograma
A sonda chinesa deve alcançar o objeto nas próximas semanas e iniciar a preparação para a coleta de amostras. A etapa de retorno está prevista para 2027, quando os materiais serão encaminhados à China para análise.
Pesquisadores esperam que as análises proporcionem evidências claras sobre a origem de Kamo’oalewa. A confirmação pode exigir comparações de composição mineralógica e de traços geológicos entre as amostras e corpos próximos à Terra.
A missão faz parte de uma linha de estudos internacionais sobre objetos coorbitais, que acompanham a Terra em sua volta ao Sol. Os resultados poderão ajudar a entender processos de formação do Sistema Solar e a migração de materiais entre planetas.
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