- Astronautas da missão Crew‑12 receberam ordens da Nasa para se abrigarem em suas espaçonaves e se prepararem para evacuação caso o vazamento de ar se agrave.
- A tripulação é composta pela comandante Jessica Meir (Nasa), o piloto Jack Hathaway (Nasa), a especialista de missão Sophie Adenot (ESA) e o cosmonauta Andrey Fedyaev (Roscosmos; observação: grafia do sobrenome pode variar segundo a fonte). Eles devem vestir trajes e embarcar na cápsula Crew Dragon acoplada à estação.
- O vazamento ocorre na seção russa do laboratório orbital, chamada PrK, e a falha envolve fraturas estruturais microscópicas que dificultam a solução; o problema persiste há mais de cinco anos.
- A situação reacende questionamentos sobre a viabilidade de longo prazo da Estação Espacial Internacional, que começou a ser construída em 1998 e teve a última parte integrada em 2021.
- A Nasa havia proposto, em março, permitir o uso comercial da ISS; ainda não há confirmação de interesse privado ou calendário definido para manter a estação operando até 2032.
A Estação Espacial Internacional (ISS) ajustou-se à possibilidade de evacuação nesta sexta-feira após o aparecimento de um vazamento de ar na seção russa do laboratório orbital, o PrK. A equipe de astronautas recebeu instruções para se abrigar em suas espaçonaves e vestir os trajes, caso a evacuação se confirme.
A bordo estavam quatro integrantes da missão Crew-12 da NASA: Jessica Meir, comandante; Jack Hathaway, piloto; Sophie Adenot, especialista de missão da ESA; e Andrey Fedyaev, cosmonauta da Roscosmos. Eles devem embarcar na cápsula Crew Dragon acoplada à ISS, se necessário.
Segundo a NASA, a equipe de missão orientou os astronautas a se prepararem para um cenário de retirada de emergência, com possibilidade de uso da Crew Dragon para abandonar a estação. O procedimento segue o protocolo padrão diante de vazamentos de ar graves.
Historicamente, o PrK está envolvido em um problema crônico da ISS, causado por fraturas estruturais microscópicas na linha de ligação entre o módulo russo e a escotilha de atracação. A falha persiste há mais de cinco anos, dificultando soluções permanentes.
Em janeiro, retrabalhos pareciam ter resolvido a fragilidade, mas o problema reapareceu em maio, levando a manter o módulo sob pressão diferenciada para conter a falha. A comunicação oficial não confirmou ligação com o novo vazamento.
A ISS começou a ser construída em 1998, com a última parte adicionada em 2021. A Nasa já discutiu, em março, a possibilidade de operação contínua da estação com apoio privado até 2032, tema ainda sem consenso entre o Congresso e parceiros.
A tripulação atual conta com Meir (NASA), Hathaway (NASA), Adenot (ESA) e Fedyaev (Roscosmos). A imprensa aguarda atualizações oficiais sobre a evolução do vazamento e as medidas de contenção adotadas pela equipe a bordo.
Entre na conversa da comunidade