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Torre de bambu de arquiteto italiano gera até 100 L/dia de água potável

Torre de bambu Warka Water transforma umidade do ar em até 100 litros de água por dia, sem eletricidade, ampliando o acesso hídrico em comunidades isoladas

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  • Torre Warka Water, criada pelo arquiteto italiano Arturo Vittori, transforma a umidade do ar em água potável, com até 100 litros por dia.
  • O funcionamento não usa eletricidade nem bombas; a água condensa na malha interna de poliéster e desce por gravidade para o reservatório.
  • A estrutura de bambu é simples, renovável e facilita construção em diferentes regiões, inspirada por comunidades da Etiópia.
  • O custo de implementação varia entre 500 e 1.000 dólares e a primeira unidade foi instalada em 2015; já houve aplicações no Haiti, Índia, Madagascar, Camarões, Colômbia e Brasil.
  • O projeto evoluiu para incluir energia solar, produção de alimentos e melhorias de saneamento, servindo como solução de baixo custo para comunidades isoladas.

Em 2015, o arquiteto italiano Arturo Vittori apresentou a Warka Water, torre de bambu que transforma a umidade do ar em água potável. A ideia nasceu inspirado por comunidades rurais na Etiópia, onde mulheres e crianças percorrem longas distâncias para obter água.

A estrutura, semelhante a uma grande cesta, usa bambu e uma malha de poliéster interna. Ao entrar em contato com a umidade do ar, condensação forma gotas que caem para um reservatório na base. Cada unidade pode produzir até 100 litros por dia, sob boas condições.

O sistema não depende de eletricidade, bombas ou encanamentos. A água resulta da condensação natural e da gravidade. O bambu é escolhido pela resistência, leveza e disponibilidade em regiões tropicais, o que reduz custos.

batizada em homenagem à árvore warka, a torre funciona também como espaço de convivência comunitária. O custo de implementação fica entre 500 e 1.000 dólares, tornando-a viável para comunidades isoladas.

Desde a primeira instalação, em 2015, o projeto ganhou escala em países como Haiti, Índia, Madagascar, Camarões, Colômbia e Brasil. A iniciativa evoluiu para incluir energia solar, alimentação e saneamento.

Embora não resolva a crise global de água, estimada em mais de 1 bilhão de pessoas, o projeto demonstra soluções simples e de baixo custo com impacto social significativo em diferentes regiões.

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