- Austrália abriu uma vaga de emprego para um cão farejador que possa ser o “herói dos coalas”, substituindo Bear, o collie aposentado após dez anos de serviço.
- O candidato ideal tem menos de dois anos e é completamente obcecado por bolas e brinquedos, característica considerada essencial para o trabalho.
- O perfil inclui tamanho médio, boa condição física para longas caminhadas e zero instinto de caça, além de identificar o cheiro do pelo de coalas vivos no topo das árvores.
- O treinamento será supervisionado por Frédéric Chappée, na Sunshine Coast, Queensland, com atividades ligadas a emergências como incêndios e inundações.
- Bear ganhou reconhecimento mundial durante os incêndios de 2019 a 2020, ajudando no resgate de coalas e em pesquisas, e agora a nova geração visa manter o programa de conservação.
Uma vaga de emprego inusitada foi aberta na Austrália: contratar um cão de resgate para atuar como o “herói dos coalas”. A função é preencher o posto deixado por Bear, o collie que se aposentou após uma década de atuação em áreas afetadas por desastres.
O candidato ideal deve ter menos de dois anos, ser movido por brinquedos e bolas e não ter instinto de caça. O filtro busca um animal de médio porte, apto a longas caminhadas no mato e capaz de identificar o cheiro do pelo de coalas vivos no topo das árvores. A missão exige foco em conservação.
Quem está buscando e onde ocorrerá o treinamento
A busca é realizada pelo IFAW e pela UniSC, com supervisão de Frédéric Chappée, especialista francês em cães de detecção. O treinamento ocorrerá na Sunshine Coast, em Queensland, com mudanças de missão após incêndios e enchentes.
Bear ganhou notoriedade mundial durante o verão de 2019 a 2020, quando ajudou a localizar coalas resgatáveis. Suas botas vermelhas e as descobertas de mais de 100 animais trouxeram elogios de celebridades e ajudaram pesquisas sobre impactos de desastres.
O que muda com a nova seleção
A nova geração seguirá os passos do aposentado Bear, mas com foco em cheirar o pelo de coalas vivos nas árvores. O objetivo é ampliar a capacidade de resposta em emergências ecológicas e apoiar estudos científicos de longo prazo sobre populações de coalas.
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