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Unidades de Conservação federais registram recorde de visitas em 2025

Turismo em áreas protegidas atinge recorde em 2025: 28,5 milhões de visitas, com parques nacionais em 13,6 milhões e Mata Atlântica como bioma mais visitado

Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná — Foto: Guilherme Gonçalves Jacques / Wikimedia Commons
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  • Em 2025, as Unidades de Conservação federais receberam 28,5 milhões de visitas, o maior registro desde 2000.
  • Os parques nacionais somaram 13,6 milhões de visitas, acima das 12,5 milhões de 2024, com destaque para Baleia Franca, Tijuca, Iguaçu, Jericoacoara e o Monumento Natural do Rio São Francisco.
  • A Mata Atlântica liderou a visitação entre os biomas, com 20,1 milhões de visitas; Caatinga teve 3,6 milhões, Cerrado 1,6 milhão, Pampa 11,8 mil e Pantanal 363.
  • Ao todo, foram monitoradas 175 unidades de conservação em todos os biomas do país.
  • O turismo em áreas protegidas movimentou 21,6 bilhões de reais em vendas e gerou 219,6 mil empregos em 2025.

Em 2025, as Unidades de Conservação federais atingiram recorde histórico de visitas, totalizando 28,5 milhões ao longo do ano. Os parques nacionais responderam por boa parte desse volume, com 13,6 milhões de visitas, segundo o ICMBio.

O estudo divulgado durante o 10º Salão do Turismo, em Fortaleza, aponta que áreas protegidas consolidadas como destinos de lazer e educação contribuíram para o turismo nacional. A Mata Atlântica liderou as visitas entre os biomas.

Parques nacionais concentram o maior fluxo: 13,6 milhões de visitas em 2025, ante 12,5 milhões em 2024. Entre as unidades mais procuradas estão Baleia Franca (SC), Tijuca (RJ), Iguaçu (PR) e Jericoacoara (CE). Também destaca o Monumento Natural do Rio São Francisco.

A seu tempo, o total de visitas monitoradas alcançou 175 unidades de conservação em todos os biomas, com distribuição nacional. A Mata Atlântica somou 20,1 milhões de visitas, seguida pela Caatinga com 3,6 milhões e pelo Cerrado com 1,6 milhão.

Panorama por bioma

As áreas costeiras receberam 2,6 milhões de visitantes, enquanto o Pantanal teve 363 visitas estimadas. O Pampa teve números muito baixos, refletindo a menor presença de unidades nessa região.

Segundo o ICMBio, a busca por bem-estar, saúde e qualidade de vida explica parte do crescimento. Caminhadas, trilhas, ciclismo, banhos de mar e observação de aves aparecem entre as atividades mais praticadas.

O impacto econômico também é destacado. Os parques nacionais movimentaram cerca de R$ 21,6 bilhões em vendas e geraram aproximadamente 219,6 mil empregos no ano passado, fortalecendo economias locais.

Além do lazer, as áreas protegidas oferecem educação ambiental, pesquisas científicas e experiências com comunidades locais, reforçando o papel das unidades de conservação como vetor de desenvolvimento sustentável.

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