- O Ministério da Saúde suspendeu, nesta segunda-feira (8), a aplicação da vacina contra dengue do Instituto Butantan, como medida preventiva, após 42 reações graves e dois óbitos em investigação.
- Até o momento não há comprovação de causalidade entre as mortes e o imunizante.
- A suspensão atinge profissionais da atenção primária e cidades como Botucatu (SP), Nova Lima (MG) e Maranguape (CE).
- Doses remanescentes devem permanecer na rede de frio e não descartadas; a medida não afeta a vacina Qdenga para crianças e adolescente na rede pública.
- Anvisa, o Ministério da Saúde e o Butantan realizam análises técnicas e convocaram um comitê de especialistas para aprofundar a farmacovigilância; pacientes vacinados nos últimos 21 dias devem monitorar sinais de alerta como dor abdominal intensa, vômitos e sangramentos.
O Ministério da Saúde suspendeu nesta segunda-feira (8) a aplicação da vacina contra dengue do Instituto Butantan. A medida é preventiva, após 42 reações adversas graves terem sido registradas e dois óbitos estarem em investigação. Ainda não há comprovação de relação causal entre as mortes e o imunizante.
A suspensão atinge profissionais da atenção primária e municípios com estratégias ampliadas, como Botucatu (SP), Nova Lima (MG) e Maranguape (CE). Doses remanescentes devem permanecer armazenadas em rede de frio, sem descarte.
A Anvisa, o Ministério da Saúde e o Butantan trabalham em análises técnicas e convocaram um comitê de especialistas para aprofundar estudos de farmacovigilância. A medida não afeta a vacina Qdenga, destinada a crianças e adolescentes na rede pública.
Investigações e orientações
Pessoas vacinadas nos últimos 21 dias devem ficar atentas a sinais como dor abdominal intensa, vômitos e sangramentos. As autoridades buscam identificar fatores de risco para reavaliar a segurança e a continuidade da estratégia vacinal com o imunizante de dose única.
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