- O Museu do Ipiranga vai usar a tecnologia de laser 3D, utilizada no Coliseu de Roma, para mapear sua estrutura e monitorar possíveis problemas.
- O projeto é liderado pela professora Beatriz Kuhl, da Universidade de São Paulo, e prevê escaneamento completo do edifício para acompanhar seus materiais e estruturas após a reforma que o manteve fechado por nove anos.
- A parte técnica será executada pelo laboratório Diaprem, da Universidade de Ferrara, na Itália, o mesmo responsável pelo trabalho no Coliseu.
- O Museu do Ipiranga é o museu público mais antigo de São Paulo e abriga acervo ligado à independência do Brasil, incluindo a tela Independência ou Morte, de Pedro Américo, de 1888.
O Museu do Ipiranga, em São Paulo, vai aplicar a tecnologia de mapeamento a laser 3D usada no Coliseu de Roma para monitorar e preservar sua estrutura histórica. O projeto busca mapear integralmente o edifício após a reforma que ocorreu há alguns anos.
A iniciativa é liderada pela professora Beatriz Kuhl, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP. A equipe pretende rastrear fissuras, variações de materiais e possíveis pontos de desgaste, garantindo vigilância contínua do prédio.
O trabalho técnico ficará a cargo do laboratório Diaprem, da Universidade de Ferrara, na Itália. A mesma instituição realizou o escaneamento do Coliseu e agora aplica a mesma metodologia para o museu brasileiro, preservando seu patrimônio histórico.
O Museu do Ipiranga abriga um acervo relevante sobre a independência do Brasil, incluindo mobiliário, obras de arte e a famosa pintura Independência ou Morte, de Pedro Américo, de 1888. A tecnologia deverá facilitar a manutenção preventiva a longo prazo.
A parceria envolve o uso de ferramentas de medição de alta precisão para registrar a geometria do edifício, materiais de construção e condições de conservação. Com isso, pretende-se subsidiar intervenções futuras sem comprometer a integridade histórica.
Entre na conversa da comunidade