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Pode comer castanhas todo dia? Aprenda como incluí-las na alimentação

Castanhas consumidas todos os dias promovem saciedade e ajudam a saúde cardiovascular, desde que a porção varie entre 30 e 50 gramas por dia

As castanhas são calóricas, mas ricas em nutrientes benéficos, com ação antioxidante e contribuição para a saúde cardiovascular - Ilustração: Catarina Pignato
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  • Pode comer castanhas todo dia? a recomendação é de cerca de 30 ou 50 gramas por dia, para obter benefícios sem exagerar nas calorias.
  • As oleaginosas promovem saciedade por fibras, proteínas e gorduras boas, e ajudam a saúde cardiovascular por causa dos ácidos graxos presentes.
  • Castanha de caju: rica em ácido oleico e minerais como cobre, zinco e magnésio; castanha-do-pará: grande fonte de selênio (uma unidade já basta); baru: alto teor de ferro; amendoim: mais proteína, fibras e micronutrientes; pistache: fibras, magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B.
  • Cuidados: prefira consumo in natura, assadas ou cruas sem sal ou açúcar; se houver ranço, descarte; horários ideais são o início ou meio do dia; atenção ao mix de castanhas no sal.
  • Combinações: chocolate amargo com pelo menos 70% de cacau pode ser uma opção; o mix de castanhas costuma agradar quem gosta de variedade, desde que o sal seja moderado.

A variedade de castanhas pode integrar a alimentação diária, mas com moderação. O texto aborda benefícios, limites e formas de consumo, com base em orientação de nutrólogos e dados sobre oleaginosas.

Castanhas promovem saciedade e ajudam a saúde cardiovascular. Por serem calóricas e ricas em gorduras boas, devem ser consumidas em porção controlada, entre 30 e 50 gramas diárias. A prática ajuda a reduzir a fome entre as refeições.

Entre os benefícios, a alta concentração de fibras, proteínas e gorduras boas favorece a digestão lenta e a sensação de saciedade. Ácidos graxos presentes nesses alimentos contribuem para a saúde do sistema cardiovascular.

Castanha-de-caju, castanha-do-pará e outras

A castanha-de-caju, nativa do Brasil, destaca-se pelo ácido oleico, zinco, cobre e magnésio. Já a castanha-do-pará é rica em selênio, antioxidante e anti-inflamatório; uma unidade por dia costuma suprir a necessidade desse mineral. O excesso pode provocar toxicidade.

O baru, típico do Cerrado, apresenta ferro em destaque, importante para evitar anemia. Amendoim, embora popularmente classificado como castanha, é na verdade uma leguminosa, com alta proteína e fibras, além de vitaminas e minerais variados.

Pistache, apesar de não ter produção local, ganha espaço como opção de lanche ou ingrediente de confeitaria. Fornece fibras, magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B.

Dicas de consumo e combinações

Prefira castanhas in natura, assadas ou cruas, sem sal ou açúcar adicionados. Se a castanha estiver rançosa, descarte-a por risco de fungos. Horários ideais: no início ou meio do dia, para evitar o consumo próximo ao sono.

Misturar castanhas em mix com frutas secas é comum, mas vale verificar o teor de sal no rótulo. Pessoas com hipertensão devem moderar o sal. O mix pode ainda compor saladas, acrescentando crocância e valor nutricional.

Combinações e moderação

Misturar castanhas com chocolate amargo (70% cacau ou mais) pode ser uma opção nutritiva, desde que haja equilíbrio na porção. A recomendação geral é manter o consumo diário sob controle para evitar exceder a meta calórica.

Leituras relacionadas indicam que, além da moderação, é útil priorizar tipos de carboidratos na dieta e considerar os benefícios de treinamentos de força para a saúde cardíaca.

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