- O Soldiers Insights aponta que 78,5% dos brasileiros dormem menos de sete horas diárias e 37% têm dificuldades frequentes para dormir.
- O levantamento compara com o Vigitel 2024, que mostra 20% dormem menos de seis horas e 31,7% apresentam insônia.
- Setenta e três por cento dos entrevistados consideram usar suplementos para melhorar a rotina de sono, com destaque para a melatonina.
- O perfil dos compradores é majoritariamente masculino, e 62,2% dizem que a melhora no rendimento nos treinos é a principal motivação para dormir melhor.
- Também há crescimento na procura por magnésio, com aumento de 40% na fórmula trimagnésio; entre os 60% a 70% que não atingem a ingestão ideal apenas com alimentação.
O Soldiers Insights, observatório da Soldiers Nutrition, revelou dados sobre o sono no Brasil. O levantamento aponta que 78,5% dos brasileiros dormem menos de 7 horas diárias e 37% relatam dificuldades frequentes para dormir. O estudo se baseia em monitoramento recente do mercado de suplementos.
Os resultados destacam uma rotina atribulada como reflexo do sono, com comparação aos dados do Vigitel 2024. Segundo o levantamento oficial, 20% dormem menos de 6 horas e 31,7% apresentam sintomas de insônia. A pesquisa evidencia a busca crescente por soluções para melhorar a qualidade do sono.
A busca por melatonina
A melatonina ganhou relevância entre os consumidores. Dados da Fiocruz indicam que 72% dos brasileiros apresentam algum distúrbio do sono, ampliando o interesse por soluções práticas. O Google Trends mostrou maior volume de buscas pelo tema nos últimos cinco anos.
O Soldiers Insights constatou que 63% dos entrevistados consideram usar suplementos para regular o sono. A melatonina é descrita como hormônio que sinaliza ao corpo o momento de dormir, ajudando a regular o ritmo circadiano mesmo com exposição a luz artificial.
Um novo público
O perfil de compradores de suplementos para sono surpreende: mais de dois terços são homens, com 62,2% afirmando que a melhoria do rendimento nos treinos é a principal motivação. A narrativa aponta a relação entre sono, recuperação física e desempenho profissional.
Além disso, o estudo aponta barreiras para adesão à suplementação: medo de dependência (36%), preço (33%) e falta de informação (32%). Especialista destaca a importância de indicação médica e acompanhamento individual.
Outros suplementos
Além da melatonina, o magnésio aparece como componente relevante. Entre fevereiro e março de 2026 houve alta de 40% na demanda por trimagnésio, fórmula com diferentes formas de magnésio para regular o sistema nervoso.
Segundo a instituição, a deficiência de magnésio é comum. Estima-se que 60% a 70% da população não atinja a ingestão recomendada apenas com alimentação. O magnésio L-Treonato é citado como com relatos de melhoria no sono e na função cognitiva.
Metodologia
Os dados de tendência de mercado ajudam a entender padrões de busca e demanda, com base em monitoramento de outubro de 2025 a março de 2026. A pesquisa primária envolveu 522 respondentes, com perfil majoritariamente masculino, residente no Sudeste e faixa etária entre 25 e 44 anos. Dados de fontes públicas também aparecem para apoio analítico.
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