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Anta Neymar morre após ferimentos no interior de SP

Anta resgatada em Tapiraí com ferimentos graves não resiste; CRAS aponta caça ilegal como causa e alerta para a proteção da fauna

Desde o resgate, o animal vinha tendo cuidado técnico e tratamento especializado
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  • Anta apelidada de “Neymar” foi resgatada em Tapiraí, interior de São Paulo, na segunda-feira, 8, com ferimentos graves.
  • O animal não resistiu e morreu nesta quinta-feira, 11, segundo o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) Núcleo da Floresta.
  • O CRAS informou que a anta foi vítima de caça ilegal e que o resgate contou com apoio da prefeitura e de parceiros, incluindo o Ecos da Floresta Instituto Socioambiental.
  • Durante o resgate, a anta recebeu contenção física inicial e contenção química para evitar novos agravamentos, seguido de tratamento técnico.
  • A instituição destacou que a anta é símbolo da biodiversidade ameaçada e pediu mobilização para impedir novos delitos contra a fauna.

O Anta Neymar morreu nesta quinta-feira (11) no interior de São Paulo, após ter sido resgatada na segunda-feira (8) em Tapiraí, no bairro Ribeirão das Antas, com ferimentos graves. O animal não resistiu aos traumas, segundo médicos do CRAS.

O resgate foi realizado pelo Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) Núcleo da Floresta, com apoio do Ecos da Floresta Instituto Socioambiental e da Prefeitura de Tapiraí. A anta apresentava estado de extrema debilidade, magreza e ferimentos, exigindo contenção física inicial seguida de contenção química para evitar agravos.

Segundo o CRAS, a morte ocorreu apesar do tratamento e dos cuidados especializados. A instituição informou que a anta, símbolo da biodiversidade ameaçada do estado, foi vítima de caça ilegal, prática que não pode ser tolerada.

Resgate e cuidados do animal

O resgate, realizado na manhã de segunda-feira, envolveu contenção para manejo seguro. Após a intervenção, Neymar permaneceu sob supervisão técnica com tratamento específico para ferimentos graves, buscando estabilização.

A equipe do CRAS destacou a necessidade de mobilização pública contra a caça ilegal de animais silvestres. A instituição pediu ações efetivas para proteção de espécies ameaçadas e prevenção de novos casos.

O caso reforça a pressão por políticas de fiscalização e proteção à fauna no interior paulista, com autoridades locais reiterando o compromisso de conservar a biodiversidade da região.

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