- Um estudo liderado pela radiologista Rosa Sigrist, do Hospital das Clínicas de São Paulo, mostra que o ultrassom dermatológico com Doppler pode impedir complicações graves de preenchimentos com ácido hialurônico.
- O método permite localizar vasos sanguíneos e identificar oclusões, aumentando a segurança antes, durante ou após o procedimento.
- O uso do ultrassom ajuda a reduzir riscos como cegueira, AVC e necrose na pele, proporcionando tratamento mais assertivo em caso de complicações.
- A técnica já é utilizada em outras áreas da medicina e tem ganhado demanda na dermatologia nos últimos dez anos.
- Há melhoria na disponibilidade de aparelhos, com custos menores e resolução melhor, segundo a pesquisadora.
Um estudo conduzido por uma médica brasileira apresenta um método que pode reduzir complicações graves em preenchimentos com ácido hialurônico. A pesquisa envolve o uso de ultrassom com Doppler para mapear vasos sanguíneos antes e durante a aplicação, aumentando a segurança do procedimento.
A responsável pelo estudo é Rosa Sigrist, radiologista do Hospital das Clínicas de São Paulo. O objetivo é identificar obstruções vasculares que podem levar a danos como cegueira, AVC e necrose da pele, sobretudo quando a técnica é mal aplicada.
Segundo a pesquisadora, a tecnologia vem ganhando espaço na dermatologia nos últimos dez anos, em função da necessidade de maior precisão. O ultrassom permite localizar vasos com maior assertividade, orientando o médico no procedimento e no manejo de eventuais intercorrências.
Aplicação prática do ultrassom com Doppler
O equipamento pode ser utilizado tanto na hora do preenchimento quanto após a aplicação. Com ele, é possível detectar obstruções de vasos sanguíneos e traçar estratégias de tratamento mais seguras.
A demanda por aparelhos com boa resolução e custo menor tem impulsionado o setor. Pesquisas nessa linha costumam destacar ganhos em segurança e na qualidade do atendimento em estética médica.
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