- Dia internacional de conscientização sobre o albinismo é celebrado em 13 de junho e destaca a importância de combate a desinformação e melhoria do acesso à saúde.
- O albinismo é uma condição genética com baixa produção de melanina, deixando pele, cabelos e olhos muito claros; não é contagioso e não afeta inteligência. A ONU estima incidência de cerca de uma em cada 17 mil a 20 mil pessoas na América do Norte e na Europa, com maior frequência na Tanzânia; no Brasil, estima-se cerca de 21 mil pessoas.
- A proteção solar é indispensável, com protetor solar de amplo espectro, roupas que cubram a pele, chapéus, sombra e evitar sol entre 10h e 16h.
- Sem proteção adequada, o risco de queimaduras solares e câncer de pele é maior em pessoas com albinismo; acompanhamento dermatológico regular reduz esse risco.
- Entre as consequências oftalmológicas, destacam-se hipoplasia foveal, nistagmo, estrabismo, erros refrativos e alterações nas vias visuais, associadas a fotofobia e variações na visão entre indivíduos.
O Dia Internacional de Conscientização sobre o Albinismo, em 13 de junho, alerta para uma condição genética rara que afeta milhares no mundo. A data visa reduzir desinformação, preconceitos e dificuldades de acesso à saúde.
Segundo a ONU, a condição ocorre em 1 em 17 mil a 20 mil pessoas na América do Norte e na Europa. Na Tanzânia, a incidência pode chegar a 1 em 1,4 mil. No Brasil, estima-se que cerca de 21 mil convivam com o albinismo.
O albinismo é caracterizado pela produção reduzida de melanina, pigmento da pele, cabelos e olhos. Não é contagioso nem afeta a inteligência; as marcas típicas são pele clara, cabelos claros e alterações visuais diversas.
Proteção solar indispensável
A proteção solar é um cuidado essencial, especialmente na infância. O uso diário de protetor de amplo espectro, reaplicação após suor e em dias nublados é recomendado. Chapéus, mangas longas e tecidos UV ajudam a reduzir danos.
Ressalta-se a importância de buscar sombra e evitar exposição entre 10h e 16h. Essas ações reduzem queimaduras solares, que aumentam o risco de complicações na pele ao longo da vida.
Riscos de câncer de pele
A pouca melanina transforma a pele em mais vulnerável aos raios ultravioleta. Queimaduras simples podem indicar risco elevado de câncer de pele se não houver proteção adequada.
Acompanhamento dermatológico regular é fundamental para detectar lesões precocemente. A identificação precoce facilita tratamentos mais simples e eficaz quando necessários.
Consequências oftalmológicas
Os olhos costumam apresentar alterações significativas. A íris pouco pigmentada provoca maior refleção de vasos sanguíneos, o que impacta a visão. A gravidade varia entre indivíduos.
A falta de melanina durante o desenvolvimento ocular pode afetar a formação da retina e da fóvea, influenciando a acuidade visual. Em alguns casos, há fotofobia e desconforto com luminosidade.
Entre as alterações comuns estão hipoplasia foveal, nistagmo, estrabismo e erros refrativos como miopia, hipermetropia e astigmatismo. A visão pode permanecer estável, sem progressão, mas com limitações no dia a dia.
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