- Doença periodontal atinge cerca de 85% dos cães ao longo da vida adulta e pode impactar a qualidade de vida dos pets.
- A condição favorece inflamações e a disseminação de bactérias pela corrente sanguínea, podendo estar associada a alterações cardíacas, renais, hepáticas e articulares.
- A remoção do tártaro exige anestesia geral; exames pré-anestésicos incluem hemograma completo e perfil bioquímico, e, em cães idosos, avaliação cardíaca com eletrocardiograma.
- O combate à doença requer abordagem multidisciplinar, com higiene bucal regular, uso de produtos específicos e check-ups veterinários.
- Sinais de alerta incluem mau hálito persistente, sangramento gengival, dificuldade para mastigar, excesso de salivação e acúmulo de tártaro.
A doença periodontal afeta a gengiva de cães e pode evoluir para quadros graves na vida adulta. Estudo do Sindan aponta que boa parte dos pets desenvolve a condição ao longo dos anos, tornando a saúde bucal um componente essencial do bem-estar.
A enfermidade facilita processos inflamatórios e a disseminação de bactérias pela corrente sanguínea. Profissionais alertam que, além de problemas dentários, pode haver alterações cardíacas, lesões renais, hepáticas e articulares.
Exames pré-anestésicos são fundamentais quando há necessidade de procedimentos como a tartarectomia, removendo o tártaro sob anestesia geral. Avaliações incluem hemograma, perfil bioquímico e, em animais idosos, exames cardíacos.
Como cuidar
Para combater a doença, uma abordagem multidisciplinar é recomendada, envolvendo higiene bucal, alimentação adequada e acompanhamento veterinário regular. O foco é reduzir a placa bacteriana e manter a gengiva saudável.
- Escovação diária com escovas macias e pasta veterinária ajuda na remoção de resíduos.
- Produtos bucais antissépticos e soluções para água costumam auxiliar no controle de bactérias.
- Mordedores e brinquedos específicos estimulam atrito mecânico que complementa a limpeza.
Dicas de prevenção
Um check-up anual permite identificar gengivite ou retração gengival precocemente. Sinais como mau hálito persistente, sangramento gengival e dificuldade para mastigar devem ser avaliados pelo veterinário.
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