- Estimativas do INCA apontam cerca de 263 mil novos casos de câncer de pele não melano em o triênio 2026 a 2028, com taxa de 122,9 por 100 mil habitantes (136,1 mil homens e 127,1 mil mulheres).
- A doença está associada à exposição solar acumulada e a falhas simples na proteção diária.
- Cinco erros comuns: achar que protetor é apenas para dias de sol forte; usar protetor solar apenas uma vez ao dia; esquecer orelhas, nuca, mãos, pés e couro cabeludo; acreditar que apenas peles claras precisam de proteção; usar o protetor como única barreira.
- A prevenção eficaz combina proteção diária com roupas com proteção UV, chapéus, óculos escuros e evitar exposição entre 10h e 16h.
- O diagnóstico precoce aumenta a chance de cura; visitas regulares ao dermatologista ajudam a detectar alterações em pintas, manchas e feridas que não cicatrizam.
O câncer de pele não melanoma continua sendo uma das doenças mais comuns no Brasil. Estimativas do INCA indicam cerca de 263 mil novos casos por ano entre 2026 e 2028, com taxa de 122,9 por 100 mil habitantes. Homens devem registrar 136,1 mil casos, enquanto as mulheres somam 127,1 mil.
Mesmo com campanhas de prevenção, hábitos diários ainda elevam o risco. A exposição solar acumulada ao longo da vida e falhas simples na proteção costumam passar despercebidas, contribuindo para o desenvolvimento da doença.
A combinação de medidas preventivas é a forma mais eficaz de reduzir ocorrências. A proteção contínua deve começar cedo, envolvendo hábitos diários e consultas regulares ao dermatologista para detecção precoce.
Erros comuns que aumentam o risco
1) Achar que protetor solar é necessário apenas em dias com sol intenso.
Exposição mesmo em dias nublados aumenta o dano cumulativo à pele.
2) Usar protetor solar apenas uma vez ao dia.
A eficácia do filtro diminui; reaplicações são necessárias durante o dia, especialmente com suor, água ou exposição prolongada.
3) Esquecer áreas frequentementeexpostas.
Orelhas, nuca, mãos, pés e couro cabeludo costumam ficar desprotegidos e recebem radiação solar.
4) Acreditar que apenas pessoas de pele clara precisam de proteção.
Todos os fototipos podem sofrer danos; proteção diária é indicada para qualquer pele.
5) Trazer o protetor como única defesa.
Prevenção eficaz envolve chapéus, roupas com proteção UV, óculos escuros e evitar o sol entre 10h e 16h.
Aproximação da proteção integrada
Profissionais destacam que a proteção solar deve ser rotina, não ação pontual. A educação em saúde precisa virar hábito, semelhante a alimentação equilibrada e atividade física.
Detecção precoce faz diferença
O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Consultas dermatológicas regulares permitem identificar alterações em pintas, manchas e feridas que não cicatrizam, especialmente em pessoas com maior exposição solar, pele clara ou histórico familiar.
Entre na conversa da comunidade