- A IA generativa ganha espaço na logística aérea, acompanhando a digitalização global do setor para operações mais rápidas e previsíveis.
- Ela analisa grandes volumes de dados em segundos, automatiza tarefas operacionais, alerta falhas e apoia decisões, aumentando a eficiência e a satisfação do cliente.
- No setor comercial, a tecnologia cruza dados para sugerir fretes mais assertivos e otimizar a precificação, tornando as cotações mais competitivas.
- A automação reduz atrasos, erros e custos, especialmente no rastreamento de cargas, com acompanhamento mais rápido e menos dependente de intervenções manuais.
- Desafios continuam, como a integração entre sistemas com formatos diferentes; o caminho é a colaboração entre profissional e tecnologia para ampliar resultados.
A inteligência artificial generativa ganha espaço na logística aérea, fortalecendo a parceria entre tecnologia e profissionais do setor. O movimento acompanha a tendência global de digitalização, acelerando operações rápidas e previsíveis.
Gustavo Verza Picolli, especialista em tecnologia aplicada à logística aérea e sócio-diretor financeiro e de TI da Caxias Cargas Aéreas Ltda, destaca que a IA já atua em várias etapas. A tecnologia otimiza processos, reduz gargalos e facilita decisões em tempo real.
Entre as áreas que mais se beneficiam está o setor comercial. A IA analisa inúmeras combinações de rotas e cruza dados financeiros com operacionais para sugerir valores de frete mais assertivos, aumentando a competitividade.
A automação também reduz atrasos e custos, especialmente no rastreamento de cargas. Antes, eram necessários mais operadores para consultar informações; hoje parte do acompanhamento ocorre de forma automática, com maior velocidade e menos erros.
Além da redução de tarefas repetitivas, a automação amplia a previsibilidade da cadeia logística. A entrega de última milha ganha planejamento com antecedência, o que diminui custos e melhora a organização das equipes.
Entretanto, o avanço enfrenta dificuldades, como a integração entre sistemas. Diferentes formatos de dados e parte dos processos ainda dependem de atividades manuais dificultam o uso pleno das soluções de IA.
Para Picolli, o futuro da logística aérea não está na substituição de pessoas por máquinas, mas na colaboração entre profissionais e tecnologia. A IA tende a assumir tarefas repetitivas, liberando tempo para estratégico e melhoria contínua.
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