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Copa do Mundo pode desencadear surto de doenças, aponta estudo

Estudo em pré-publicação indica baixo risco de epidemia durante a Copa de 2026 nos EUA, apesar de potenciais importações de 14 patógenos

Pesquisa revela chances de Copa do Mundo desencadear doenças — Foto: Flickr/Steve Evans
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  • Estudo em fase de pré-publicação avalia o risco de doenças na Copa do Mundo de 2026 com foco nos Estados Unidos.
  • Espera-se um aumento de cerca de 20% no número de visitantes a esse país durante o evento.
  • Foram consideradas 77 patógenos e simuladas um milhão de situações para estimar importação e possível tamanho de surtos.
  • A pesquisa aponta 14 patógenos a monitorar, entre eles gripe, Covid-19, hepatite B, tuberculose, malária, dengue, chikungunya, norovírus e sarampo, além de vírus raros.
  • Embora possam ocorrer casos adicionais, os pesquisadores dizem não ser suficiente para causar uma epidemia global na região; é improvável que surja um surto na América do Norte.

A Copa do Mundo de 2026 surge como tema de preocupação para autoridades sanitárias e torcedores. Um estudo em fase de pré-publicação avalia se o evento pode desencadear um surto de doenças. A pesquisa foca nos Estados Unidos e na possibilidade de importação de patógenos durante o torneio.

A equipe de pesquisadores estima que o país possa receber até 20% mais visitantes durante o evento. Com dados sobre a prevalência de 77 patógenos globais, eles simulam, em um milhão de cenários, como ocorreria uma introdução dessas doenças e o possível tamanho dos surtos, por patógeno.

Segundo a revista Science, a análise lista 14 patógenos que merecem atenção: gripe, Covid-19, hepatite B, tuberculose, doenças transmitidas por mosquitos como malária, dengue e chikungunya, norovírus e sarampo, entre outros vírus de baixa frequência.

Patógenos em foco e desdobramentos

Os resultados indicam que podem ocorrer casos adicionais de gripe, tuberculose e malária. Contudo, os pesquisadores concluem que esse volume não seria suficiente para provocar uma epidemia de grandes proporções na América do Norte. A notícia ressalta ainda que milhões de viajantes visitam a região anualmente, o que mitiga o risco de surto inesperado.

Os autores reforçam que as conclusões são prévias e dependem de dados locais, campanhas de vacinação e medidas de saúde pública durante o evento. O estudo foi divulgado em plataformas científicas, com complementação de análises para embasar avaliações futuras.

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