- Anvisa revogou, nesta segunda-feira, quinze de março, a suspensão de venda, distribuição e uso de detergentes e desinfetantes da Ypê, nos lotes com final um fabricados a partir de primeiro de março.
- Os lava-roupas líquidos dos mesmos lotes permanecem suspensos.
- A decisão acompanha o fim das restrições após a empresa apresentar laudos satisfatórios e passar por inspeções conjuntas com autoridades estaduais e municipais.
- Continuam suspensos detergentes e desinfetantes de lotes com final um fabricados até vinte e oito de fevereiro; lava-roupas líquidos com final um produzidos antes de primeiro de abril também seguem interditos.
- A mudança ocorreu após inspeção no fim de maio por técnicos do órgão, do governo de São Paulo e da Vigilância Sanitária de Amparo, além da análise de documentos e laudos apresentados pela empresa no início de junho.
A Anvisa revogou a suspensão de venda, distribuição e uso de detergentes e desinfetantes da Ypê, nos lotes finais 1 fabricados a partir de 1º de março. Lava-roupas líquidos dos mesmos lotes permanecem suspensos.
A decisão atualiza as restrições impostas à Química Amparo, fabricante da Ypê, após a agência identificar falhas no controle de qualidade da fábrica de Amparo (SP). Em abril, a agência já havia liberado lotes suspensos feitos a partir de 1º de abril.
Segundo a Anvisa, os produtos mais recentes foram liberados porque a empresa apresentou laudos com resultados satisfatórios e passou por inspeções realizadas em conjunto com autoridades sanitárias estaduais e municipais.
Contexto
Com a nova resolução, permanecem suspensos os detergentes e desinfetantes de lotes terminados em 1 fabricados até 28 de fevereiro. Lava-roupas líquidos continuam proibidos para todos os lotes com final 1 produzidos antes de 1º de abril.
A mudança ocorreu após inspeção no fim de maio por técnicos da Anvisa, do governo de São Paulo e da Vigilância Sanitária de Amparo, além da análise de documentos e laudos da empresa no início de junho.
O caso teve início em novembro de 2025, quando houve recolhimento de lava-roupas líquido da Ypê por irregularidades sanitárias. Em abril de 2026, as restrições abrangiram detergentes, desinfetantes e outros produtos da unidade de Amparo.
Inspeções na fábrica apontaram falhas estruturais e operacionais, além de lotes contaminados pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, associada a infecções em pele, olhos, vias urinárias e respiratórias.
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