- O médico Arthur Guerra afirma que assumir falhas reduz o peso de ter sempre razão e facilita o aprendizado.
- Aos 72 anos, ele diz que não chegou onde está por acertos, mas por aprender com os erros e reconhecê-los.
- Admitir falhas está alinhado com a ciência, que avança quando pesquisadores revisam posições anteriores.
- Estudos indicam que o cérebro de quem acredita evoluir presta mais atenção ao erro e tem mais acertos na tentativa seguinte.
- Arthur Guerra é professor da Faculdade de Medicina da USP e da Faculdade de Medicina do ABC, além de cofundador da Caliandra Saúde Mental; os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem a opinião de Forbes Brasil.
O que aconteceu: um médico compartilhou uma abordagem sobre erros e aprendizado durante uma sessão clínica, destacando que reconhecer falhas não é fraqueza e pode favorecer a evolução profissional e pessoal.
Quem está envolvido: o Dr. Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP e da Faculdade de Medicina do ABC, além de cofundador da Caliandra Saúde Mental. O relato foi feito em tom de relato profissional, sem mensagens de cobrança.
Quando e onde: o relato ocorreu em uma clínica particular, em data recente, enquanto Guerra conduzia atendimento e reflexão com sua equipe.
Por que é relevante: o médico afirma que admitir erros reduz o peso da necessidade de estar sempre certo e abre espaço para experimentação e melhoria contínua. Segundo ele, a humildade intelectual favorece a investigação e o aprimoramento científico e clínico.
Como o conceito se aplica: Guerra sustenta que o reconhecimento do erro faz parte do método científico e também do funcionamento do cérebro, pois pessoas que acreditam na possibilidade de evolução tendem a aprender com falhas anteriores.
Desdobramentos: o relato reforça a ideia de que admitir enganos pode ser uma virtude profissional, promovendo aprendizado constante e evitando a negação como obstáculo ao progresso.
Observação: o texto é do Dr. Arthur Guerra, com atuação acadêmica e institucional mencionada, e não reflete, necessariamente, a opinião de veículos de imprensa.
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