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Um mês com o MacBook Neo: impressões e desempenho

MacBook Neo, com preço competitivo e chip A18 Pro, desafia a supremacia do Windows, mas oito GB de RAM limitam o uso intensivo no dia a dia

Um laptop amarelo-limão aberto, visto de cima, com várias janelas de aplicativos abertas na tela, incluindo um calendário e uma página de consulta. O teclado e o trackpad são da mesma cor do corpo do laptop. O fundo é dividido verticalmente em preto e lilás.
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  • O MacBook Neo custa US$ 599, 40% menos que outros MacBooks e usa o chip A18 Pro do iPhone 16 Pro, com 8 GB de RAM não expansível e SSD de 256 ou 512 GB.
  • Em uso, o macOS funcionou sem engasgos, mas a RAM limitada leva ao uso frequente do swap no SSD; estima-se que o SSD tenha vida útil entre 12 e 24 anos com uso intenso.
  • No Brasil, preço oficial é de R$ 7.299 (R$ 6.569 à vista); no varejo, é possível encontrar por cerca de R$ 5.800 ou até R$ 4.500 no mercado cinza; peso de 1,2 kg, tela de 13 polegadas com resolução de 2.408 x 1.506 pixels e 219 ppi; bateria dura entre 10 e 11 horas.
  • Com monitor externo, há problemas de qualidade de imagem em 1080p; usar monitor 4K melhora o desempenho, mas pode exigir ajustes de tela e de aplicativos; o carregador padrão de 20 W é lento (até quatro horas), com 40 W o tempo cai pela metade.
  • Em termos de uso prático, o Neo é excelente em construção, teclado e tela, mas pode não atender a tarefas pesadas ou setups com muitos periféricos — para esses casos, Air ou Pro podem ser mais adequados.

O MacBook Neo chega com preço mais baixo e um hardware atrelado aos componentes usados pela Apple no iPhone. O modelo custa US$ 599, o que representa uma queda de cerca de 40% em relação aos demais Macs, e utiliza o chip A18 Pro do iPhone 16 Pro. A memória é de 8 GB, não expansível.

Fabricado pela Apple, o Neo promove integração de hardware próprio com o macOS. O notebook tem tela de 13 polegadas, resolução 2408 x 1506 e peso de 1,2 kg. O corpo é de alumínio, e a bateria fica em 36,5 Wh, menor que a de outros Macs.

Desempenho e RAM

Durante o uso diário, o Neo rodou o macOS com boa fluidez mesmo com apenas 8 GB de RAM. Em tarefas com várias abas, o sistema recorre ao swap no SSD com frequência, sem travamentos perceptíveis, mas com impacto na durabilidade do armazenamento.

A GPU do A18 Pro, com cinco núcleos ativos, funciona bem para apps nativos da Apple. O processador se mostrou eficiente para navegação, edição leve e tarefas cotidianas, mesmo rodando simultaneamente com múltiplos aplicativos.

Autonomia e carregamento

A bateria de 36,5 Wh sustenta entre 10 e 11 horas de uso, padrão superior aos notebooks Windows equivalentes, mas inferior aos MacBooks Air e Pro. O carregamento padrão de 20 W demora cerca de quatro horas; com carregadores mais potentes, o tempo reduz pela metade.

Compatibilidade e conectividade

Ao conectar-se a monitores externos, surgem desafios: em 1080p a imagem pode ficar borrada, e o macOS apresenta opções de HiDPI que não agradam. Uma tela 4K oferece melhor legibilidade, com ajustes de acessibilidade ajudando a melhorar a visualização.

A webcam externa apresentou compatibilidade variável com monitor 4K, devido à largura de banda disponível nas portas USB-C. O uso de periféricos como SSDs externos pode ficar comprometido pela limitação de 10 Gbps da máquina, exigindo soluções alternativas.

Conclusões práticas

O Neo é sólido em construção e oferece qualidade de tela, teclado e trackpad. Ainda assim, quem depende de muitos recursos, loops de memória pesados ou edição de vídeo pode preferir MacBook Air ou Pro. O dispositivo tenta desafiar a supremacia do Windows com custo acessível.

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