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AMD confirma FSR 4.1 diferente para RDNA 3 em julho e RDNA 2 em 2027

AMD confirma FSR 4.1 com implementação distinta: RDNA 3 recebe em julho, RDNA 2 fica para 2027, por limitações técnicas de FP8 e IA

Créditos: Kancelaria Effect (editada).
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  • A AMD confirmou FSR 4.1 para GPUs RDNA 3 em julho e RDNA 2 apenas em 2027.
  • O FSR 4.1 usado no RDNA 3 é modulado de forma diferente do utilizado em RDNA 4, mas o resultado final deverá ser equivalente.
  • A diferença ocorre porque o RDNA 3 não suporta FP8; é necessário requantizar o modelo para INT8, o que evita artefatos.
  • O RDNA 2 não possui aceleradores de IA para o upscaling do FSR 4.1 e depende dos Processadores de Fluxo.
  • A AMD macou que o RDNA 4.1 terá desempenho semelhante entre as gerações, com foco em otimizações para uso eficiente de ciclos de shader no RDNA 2.

A AMD confirmou que o FSR 4.1 chegará com abordagens distintas para RDNA 3 e RDNA 2. O anuncio ocorreu quase um ano após o lançamento do FSR 4.0, ligado às GPUs RDNA 4. A RDNA 3 receberá o suporte em julho, enquanto a RDNA 2 terá o recurso em 2027.

Para RDNA 3, a empresa utiliza um modelo diferente de FSR 4.1, mas o resultado final deve equivaler ao apresentado em RDNA 4. A diferença ocorre porque RDNA 3 não suporta FP8, funcionando com INT8. A conversão entre FP8 e INT8 evita artefatos, justificando a adaptação.

Já a RDNA 2 não conta com aceleradores de IA para o upscaling do FSR 4.1, dependendo inteiramente dos Processadores de Fluxo. Assim, a disponibilização para RX 6000 fica prevista para o início de 2027, segundo a fabricante.

Atraso explicado

Existem razões técnicas para o atraso no suporte ao FSR 4.0/4.1 em GPUs Radeon mais antigas. A AMD precisava de otimizações para que o upscaler funcione com menor consumo de ciclos de shader no RDNA 2.

Isso explica a espera pela compatibilidade com RDNA 3 e RDNA 2, mesmo com arquivos DLL INT8 já disponíveis para implementação. A empresa busca qualidade de imagem sem comprometer desempenho nos modelos mais antigos.

Contexto técnico

A decisão envolve compatibilidade entre formatos de dados e eficiência de processamento. RDNA 3 admite INT8, o que impôs a necessidade de requantização e ajustes para evitar artefatos. Já RDNA 2 depende dos Processadores de Fluxo para o upscaling.

Especialistas apontam que a empresa precisa equilibrar qualidade, desempenho e consumo ao longo de gerações, mantendo a consistência entre plataformas RDNA. A divulgação reforça o compromisso com atualizações futuras.

Fonte: TechPowerUp

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