- Físicos da Universidade de Oxford apresentaram, em 2026, um novo estado quântico inspirado no gatо de Schrödinger, combinando condições opostas dentro de um único sistema.
- O estado foi criado em plataformas quânticas já avançadas, como qubits supercondutores, íons aprisionados e fótons em cavidades ópticas, para manter a coerência por mais tempo.
- A técnica envolve pulsos de controle precisos que conduzem partículas a caminhos diferentes e, em seguida, voltam a reuni-los, gerando estados de “gato” com duas realidades simultâneas.
- O novo estado pode servir como recurso para códigos de correção de erros, distribuindo a informação quântica e protegendo-a de falhas locais, o que pode ampliar a escala de computadores quânticos.
- Pesquisas futuras devem reproduzir a técnica em outras plataformas, ampliar o tamanho dos estados e explorar aplicações em metrologia quântica de alta precisão.
Um grupo de físicos da Universidade de Oxford anunciou, em 2026, a criação de um novo estado quântico inspirado no gato de Schrödinger. A pesquisa combina condições opostas em um único sistema, mantendo correlações fortes entre partes do conjunto.
O estudo não envolve animais. Partículas e circuitos quânticos foram usados para representar o estado, em plataformas que já apresentam forte quânticidade. O objetivo é ampliar possibilidades de controle de superposições.
Os experimentos ocorreram em laboratórios da Oxford, com técnicas de resfriamento e controle de fase. Pulsos de controle precisos conduziram as partículas a caminhos diferentes ao mesmo tempo, que depois foram reunidos.
Para verificar o resultado, a equipe mediu o sistema em momentos diferentes. Observou-se interferência entre as partes, indicando características de superposição típicas do paradoxo de Schrödinger, aplicadas a sistemas físicos.
As plataformas envolvidas envolvem qubits supercondutores, íons aprisionados e fótons em cavidades ópticas. Esses sistemas operam perto do zero absoluto para reduzir interferência ambiental.
O novo estado pode atuar como recurso para códigos de correção de erros em computadores quânticos. Ao distribuir a informação quântica, falhas locais afetam apenas partes do estado global, melhorando a detecção de erros.
Especialistas avaliam que a descoberta amplia caminhos de implementação de arquitetura quântica. A pesquisa de Oxford sugere novas estratégias para manter a coerência por mais tempo e facilitar a escalabilidade dos dispositivos.
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