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Laboratório quântico da NASA na Estação Espacial recebe atualização de resfriamento

Astronautas ativam a atualização do Laboratório de Átomos Frios na Estação Espacial, ampliando pesquisas em condensados de Bose‑Einstein e tecnologias quânticas

Astronaut Jessica Meir inspects optical fibers while installing hardware updates to NASA’s Cold Atom Lab, or CAL, aboard the International Space Station on May 8, 2026. About the size of a minifridge, CAL enables researchers to explore quantum physics.
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  • Astronautas ligaram a Cold Atom Lab, instalada na Estação Espacial Internacional, após atualizações, para ampliar os estudos de física quântica em microgravidade.
  • O equipamento, do tamanho de um mini refrigerador, esfria átomos a temperaturas bem próximas ao zero absoluto para formar o condensado de Bose‑Einstein.
  • A microgravidade em órbita permite ondas quânticas maiores e medições mais precisas de tempo, gravidade e movimento.
  • A atualização, a quarta desde 2018, trouxe um novo trap magnético e tiras de metal redesenhadas para gerar e controlar nuvens quânticas.
  • O projeto envolve equipes internacionais e avalia ferramentas quânticas para futuras missões terrestres e espaciais, com gestão da Caltech e desenvolvimento pela JPL.

A NASA ativou a Cold Atom Lab, instalada na Estação Espacial Internacional, após uma atualização de hardware. A novidade mantém cientistas em ambiente de microgravidade para estudar a física quântica, possibilitando medições mais precisas de tempo, gravidade e movimento.

A atualização, a quarta desde a chegada da instalação em 2018, inclui um novo trap magnético que altera o formato das nuvens quânticas e novas tiras de metal que alimentam essas nuvens. O sistema opera a temperaturas extremamente baixas, próximas do zero absoluto, para formar condensados de Bose-Einstein.

Na prática, o laboratório esfria átomos a menos de 237 graus Celsius abaixo de zero. A etapa de resfriamento envolve aquecer gás de rubídio ou potássio a cerca de 400 graus Celsius, que é então resfriado por lasers e mantido em armadilhas magnéticas. A microgravidade aumenta o tempo de observação das ondas quânticas.

O laboratório está sob gestão da Caltech, com o JPL responsável pela concepção, construção e operação. O objetivo é testar ferramentas quânticas para futuras missões de exploração e ciência terrestre, além de demonstrar a viabilidade de tecnologias quânticas em ambiente espacial.

Quatro equipes internacionais já participam de pesquisas fundamentais, além de avaliar a prontidão espacial de instrumentos quânticos que podem apoiar missões futuras. O equipamento foi levado ao espaço no âmbito de uma missão de reabastecimento comercial que levou a nova montagem ao laboratório orbital.

A equipe de NASA cita avanços no controle de estados quânticos grandes, com aplicações potenciais em navegação, cronometragem e sensoriamento de gravidade tanto na Terra quanto além. A atualização reforça o papel dos Estados Unidos em tecnologias quânticas embarcadas.

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