- Estudos indicam que as abelhas criam uma “comida de bebê” para as larvas e ajustam a alimentação dos adultos para evitar excesso de determinados nutrientes.
- Experimentos com dietas artificiais mostraram que as abelhas comem mais quando a composição de aminoácidos essenciais se aproxima da dos tecidos delas, especialmente em relação à histidina.
- When a histidina is high, as abelhas consomem menos alimento, incluindo proteína e carboidrato, sugerindo controle nutricional.
- As abelhas coletam pólen de várias flores, armazenam-no como “pão de abelha” e, ao serem processados, geram secreções que alimentam as larvas, aproximando-se do perfil de aminoácidos das próprias abelhas.
- A pesquisa sugere que plantar uma diversidade de fontes de pólen é vital para a saúde das colônias, não apenas o número de flores, reforçando a importância da qualidade nutricional das plantas.
Honeybees ajustam a alimentação de larvas por meio de uma mistura nutritiva, que funciona como um “baby food” na colmeia, segundo estudo recente. Além disso, as abelhas adultas regulam a própria ingestão para evitar o excesso de certos nutrientes.
A pesquisa comparou perfis de aminoácidos essenciais entre tecidos das abelhas e o pólen de 99 espécies de plantas britânicas. Em laboratórios, dietas artificiais reproduziram esses perfis para abelhas operárias recém-emergidas.
Resultados indicaram que a maioria dos pós disponíveis não oferece o equilíbrio ideal de aminoácidos. Dietas que melhor refletiram a composição dos tecidos das abelhas favoreceram maior consumo de alimento e ganho de massa corporal.
Os pesquisadores também observaram o papel do histidina, aminoácido essencial em baixas quantidades. Quando presente em maior quantidade, as abelhas comeram menos alimento total, incluindo proteínas e carboidratos.
A equipe, com pesquisadores de cinco instituições, concluiu que as abelhas parecem ter desenvolvido uma estratégia para garantir que as crias recebam dieta balanceada. O processamento do pólen por larvas e abelheiras favorece o equilíbrio nutricional.
O estudo sugere que as colônias mantêm uma dieta variada ao coletar pólen de várias flores e transformá-lo em alimento para as crias, através de secreções glandulares. Essas fontes balanceadas melhoram o crescimento dos larvas.
Os autores destacam que a diversidade de fontes de pólen é crucial para a sobrevivência de espécies selvagens de abelhas. A recomendação para produtores é manter uma variedade de plantas para alimentação dos polinizadores.
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