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Estudo chinês critica espaçonave inexistente da NASA, aponta falha

Estudo chinês critica o módulo de pouso da NASA, mas aponta problema inexistente, pois Artemis usará sistema com múltiplos motores da SpaceX ou Blue Origin

Imagem | Patricia Moore (Wikimedia Commons), SpaceX
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  • Um estudo revisado, publicado em março no periódico Chinese Space Science and Technology, foi destacado pelo South China Morning Post.
  • O texto critica o módulo de pouso da NASA por usar apenas um motor nas manobras de descida e ascensão, alegando risco sem sistema de reserva.
  • A crítica seria válida se o pouso dependesse de um único motor, como nas missões Apollo, mas no programa Artemis o Orion se acopla a sistemas de pouso da SpaceX ou da Blue Origin.
  • Esses sistemas de pouso não utilizam apenas um motor, portanto o problema apontado pela China não procede.
  • Assim, a crítica apresentada no estudo não se sustenta diante da configuração atual do programa Artemis.

Um estudo revisado e publicado em março, no Chinese Space Science and Technology, é tema de notícia na imprensa chinesa. Pesquisadores criticaram o sistema de propulsão do módulo de pouso Artemis da NASA e elogiaram o design de seus próprios engenheiros. A crítica ganhou repercussão no South China Morning Post.

Segundo o texto, o ponto central é que o módulo de pouso da NASA usaria apenas um motor para as fases de descida e ascensão. A falha desse único propulsor seria crítica, sem reserva para retornar à Terra em segurança, segundo os autores chineses.

No entanto, o artigo não menciona que o Artemis não empregará o mesmo arranjo de pouso de missões Apollo. O programa atual prevê que a Orion acople ao System de Pouso Humano (HLS) da SpaceX ou da Blue Origin em órbita lunar, com sistemas que utilizam múltiplos motores. Portanto, o ponto levantado não corresponde à configuração real.

Contexto técnico

A comparação entre o estudo e o programa Artemis não procede ao considerar as opções de pouso atuais. As missões Artemis não dependem de um único motor para as manobras de pouso e ascensão. Em vez disso, a Orion se conectará a um módulo HLS de terceiros, com redundância integrada.

Fontes w destacam que o artigo chinês foca em uma arquitetura que não será utilizada pela NASA no cenário atual. A crítica, segundo análises técnicas, não se sustenta frente ao desenho operacional do programa Artemis. A discussão permanece centrada em cenários hipotéticos que não correspondem ao planejamento vigente.

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