- Passeio para ver baleias-jubarte em Ilhabela (SP) parte do Pier Flutuante de São Sebastião ou da praia do Perequê, com cerca de quatro horas de navegação entre São Sebastião e Ilhabela.
- A baleia pode aparecer já na travessia; porém, não há garantia de avistamento, sendo mais provável no pico da temporada, em julho.
- O passeio custa R$ 520 por pessoa, adquirido via a plataforma Civitatis.
- As baleias migram da Antártida para áreas de reprodução no litoral brasileiro, passando pelo Canal de São Sebastião entre São Sebastião e Ilhabela.
- Para um passeio responsável, procure operadoras cadastradas pela Secretaria de Turismo; a presença de um biólogo a bordo e a observância da distância mínima de 100 metros ajudam a proteger os animais.
Baleias-jubarte costumam continuar em águas brasileiras até agosto, quando inicia a temporada de avistamento entre São Sebastião e Ilhabela. Em 2025, a Secretaria de Turismo da região levou cerca de 25 mil visitantes até a travessia de balsa rumo ao litoral.
Quem procura ver os cetáceos parte de duas opções de saída: Pier Flutuante de São Sebastião ou a praia do Perequê, em Ilhabela. A navegação tem duração prevista de aproximadamente quatro horas e percorre o canal entre as duas cidades, passando pela região onde as baleias costumam aparecer.
O custo do passeio fica em torno de R$ 520 por pessoa, adquirido por meio da plataforma Civitatis. A experiência não garante avistamento, mas aumenta as chances durante o auge da temporada, especialmente em julho, quando a presença das jubartes é mais constante.
Sobre o responsável pelo passeio
Para que a atividade seja segura aos animais, é recomendável escolher operadoras cadastradas pela Secretaria de Turismo e que sigam normas de observação de cetáceos. A presença de um biólogo a bordo é apontada como indicativo de condução responsável.
Além disso, é essencial confirmar a distância mínima de 100 metros das baleias. As jubartes reconhecem o som dos motores, e barcos muito próximos podem causar estresse aos cetáceos. A aproximação maior costuma depender da própria baleia.
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