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Testei dispositivo de redução de estresse; ele me acalmou?

AWEAR, dispositivo em beta com sensores EEG, promete monitorar bem-estar mental em tempo real; experiência aponta melhorias na calma, mas não substitui terapeuta

The goal is to train the brain to recover from stress faster – users will have access to their "calm" score to keep themselves in check – given how chronic stress is linked to a host of adverse health conditions like heart disease, stroke and early death.
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  • O dispositivo AWEAR usa sensores de EEG para monitorar biomarcadores do cérebro e está em fase beta, com o objetivo de acompanhar a saúde mental de forma discreta.
  • O fabricante planeja reduzir o dispositivo para um formato menor no futuro e lançar oficialmente no próximo ano.
  • No teste, o app mostrou leituras de ondas cerebrais com variação de um score de calma, chegando a cem, mas ajustando para 92 em alguns momentos; no primeiro dia houve mais estresse que calma, no segundo, o oposto.
  • Foram encontradas falhas: o adesivo não funcionou bem em dias de suor intenso e o sensor às vezes não acompanhou a pessoa.
  • A ideia é que o aparelho complemente, e não substitua, a terapia tradicional, servindo como lembrete para respirar e manter o controle do estresse.

AWEAR, startup de Forenza, começou a testar um dispositivo de bem-estar mental em 2023, buscando preencher uma lacuna no mercado de wearables. O objetivo é monitorar biomarcadores cerebrais de forma discreta, algo que não existia em rastreadores como Oura ou WHOOP. O produto está em fase beta e pretende acompanhar a saúde cerebral a longo prazo.

O teste narrado ocorreu com o usuário em casa, após receber o sensor e instalá-lo no ouvido. O dispositivo, conectado por Bluetooth ao celular, mede sinais cerebrais por meio de sensores EEG e fornece uma pontuação de bem-estar em tempo real. O acompanhamento inicial mostrou variações entre estresse e calma ao longo do dia.

O relato descreve as primeiras impressões: o usuário chegou a registrar a pontuação máxima de 100, mas a confiabilidade inicial foi questionada ao longo do uso. A empresa (Forenza) afirma que o modelo de dados é inicial e tende a se calibrar com mais 24 horas de uso para treinar os algoritmos.

A operação envolve adesivo e uma montagem atrás da orelha, com uso de lenço umedecido para higienização. Técnicos de neurociência de instituições como Stanford e UCSF participam do desenvolvimento, que busca tornar o sensor menor e mais eficaz, possivelmente em formato circular.

Segundo a empresa, a meta é reduzir a dependência da visualização constante da pontuação, destacando que a ferramenta funciona como complemento ao tratamento tradicional, não como substituto de terapeuta. A equipe afirma que a ideia é oferecer uma ferramenta adicional para acompanhar emoções ao longo de sessões.

AWEAR planeja lançar oficialmente o produto no próximo ano, com protótipos futuros ainda menor e mais preciso. A empresa ressalta que, no estágio atual, os usuários devem esperar ajustes, principalmente em ambientes com suor excessivo ou calor.

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