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Dalcolmo afirma que cigarros eletrônicos viciam mais rápido que a heroína

Margareth Dalcolmo alerta que cigarros eletrônicos têm alta nicotina, podem viciar em poucos dias e contêm substâncias cancerígenas

Aos 71 anos, médica e pesquisadora Margareth Dalcolmo é a convidada do programa semanal da coluna GENTE (Reprodução/Divulgação)
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  • Margareth Dalcolmo, médica e pesquisadora de 71 anos, é a convidada da coluna GENTE e fala sobre os perigos dos cigarros eletrônicos.
  • Ela afirma que a indústria tabagista tornou o produto tentador, com sabor e apelo glamouroso, visando lucrar mesmo com riscos à saúde.
  • Segundo a médica, a concentração de nicotina nos cigarros eletrônicos é quase 100 vezes maior do que em cigarros comuns, acelerando a dependência.
  • Ela cita estudos, incluindo trabalho da PUC-Rio, que apontam a presença de substâncias como propilenoglicol (cancerígeno na corrente sanguínea) e metais pesados nos produtos.
  • Dalcolmo ressalta que o vapor com sabor de framboesa não é inocente e enfatiza os riscos associados ao uso.

Margareth Dalcolmo, médica pneumologista de 71 anos, criticou a indústria do tabaco em entrevista ao programa semanal da coluna GENTE. O tema principal foi o risco associado aos cigarros eletrônicos e o potencial de dependência.

A pesquisadora ressaltou que o setor investe em atrativos como sabores, glamouros e marketing voltado a jovens. Segundo ela, a finalidade da indústria é o lucro, sem consideração pela saúde pública ou pela dependência criada.

Dalcolmo destacou dados que indicam alta concentração de nicotina nos dispositivos, o que, segundo ela, favorece a dependência em poucos dias de uso. Ela cita pesquisas que associam o nicotina a efeitos neurológicos rápidos.

A especialista citou ainda evidências de substâncias cancerígenas presentes em componentes dos cigarros eletrônicos, mencionando estudos da PUC-Rio sobre amostras apreendidas. Ela afirma que há risco de câncer e danos à saúde.

A entrevista foi veiculada pela coluna GENTE, disponível no VEJA+ no YouTube, em plataformas de streaming e no Spotify. O acompanhamento pode incluir detalhes sobre impactos na juventude e políticas públicas de combate ao tabaquismo.

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