- Já foram confirmados treze casos de intoxicação por metanol em 2026, com a morte recente de um jovem de 22 anos.
- Outras vinte e duas ocorrências ainda estão em investigação.
- No ano passado, foram setenta e seis casos confirmados e vinte e cinco mortes por intoxicação por metanol.
- Em São Paulo, sessenta e seis pessoas foram presas suspeitas de adulterar bebidas.
- Autoridades recomendam ficar atento ao rótulo e a sinais de garrafas adulteradas para evitar intoxicação.
13 casos de intoxicação por metanol foram confirmados em 2026 no Brasil, com a morte mais recente de um jovem de 22 anos. Guilherme estava em tratamento para as lesões causadas pela intoxicação quando faleceu após uma infecção grave no fim de semana.
A família mantinha um leito de hospital em casa e estava otimista com a recuperação dele nos últimos 10 meses. A morte ocorreu apesar dos cuidados e da passagem do tempo para tratar as sequelas.
A mãe de Guilherme, Daniele Alves da Silva, descreveu o episódio como assassinato e afirmou que quem adultera bebidas busca lucro às custas da vida das pessoas, sem se importar com as consequências.
A farmacêutica toxicologista Paula Carpes orienta consumidores a verificar o rótulo das bebidas. Garrafas falsificadas costumam ter rótulos sujos, fixação irregular e garrafas com ranhuras ou pontos quebrados devido ao uso repetido.
Além dos 13 casos já confirmados, 22 permanecem em investigação. No ano anterior, foram 76 casos confirmados e 25 mortes por intoxicação por metanol.
No estado de São Paulo, 66 pessoas foram presas sob suspeita de adulterar bebidas, segundo as autoridades. O alerta permanece para estabelecimentos e consumidores tomarem cuidado com a procedência dos produtos.
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