- O céu do Brasil exibe um “mini alinhamento” de Mercúrio, Vênus, Júpiter e a Lua crescente, visível a olho nu.
- A ideia comum de alinhamento como linha reta é uma conjunção aparente, causada pela visão da Terra, com os corpos no mesmo plano da eclíptica e distâncias reais grandes.
- Para observar, procure cerca de 30 minutos a uma hora após o pôr do sol, em local com horizonte oeste/noroeste sem obstáculos e pouca poluição luminosa.
- O auge ocorreu nas noites de 16, 17 e 18 de junho, mas o agrupamento permanece visível até o fim de junho e início de julho, tornando-se mais difícil com o tempo.
- Vênus é o guia visual mais brilhante, seguido por Júpiter; Mercúrio fica mais baixo no horizonte, perto do início da visão.
Durante esse período, observadores no Brasil puderam acompanhar um mini alinhamento planetário envolvendo Mercúrio, Vênus, Júpiter e a Lua em crescente. O fenômeno foi visto a olho nu logo no início da noite, com destaque para o céu do país.
Embora o termo alinhar sugira uma linha reta, trata-se de uma conjunção visual. Planetas e Lua ficam próximos no céu por coincidência da perspectiva, enquanto orbitam o Sol em planos próximos. As distâncias reais entre eles são imensas.
A observação é simples: não requer instrumentos, apenas tempo bom e céu limpo. O momento ideal ocorre entre 30 minutos e uma hora após o pôr do sol, quando o crepúsculo ainda permite contraste.
Ao mirar a região oeste/noroeste, Vênus aparece como guia, seguido por Júpiter e, mais baixo, Mercúrio próximo ao horizonte. A Lua cresce ao lado desses astros, compondo o conjunto.
A montagem mais marcante ficou visível nas noites de 16, 17 e 18 de junho. O agrupamento continuará perceptível até o fim de junho e início de julho, porém com observação progressivamente mais difícil.
Observação contínua
Para acompanhar a dança cósmica, escolha noites com céu claro e pouca poluição luminosa. Júpiter e Mercúrio ficarão cada vez mais baixos, reduzindo o tempo de visibilidade após o anoitecer.
Entre na conversa da comunidade