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Tecnologia avançada na estação informa tratamentos de saúde espaciais

Pesquisa a bordo da Estação Espacial usa gravidade zero para desenvolver terapias e monitorar digestão, com impactos potenciais na saúde terrestre

Astronauts, from left, Jessica Meir and Sophie Adenot show off a Cygnus mission sticker for Northrop Grumman’s 24th cargo mission to the International Space Station.
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  • A tripulação da Expedição 74 pesquisou como a ausência de gravidade afeta crescimento de cartilagem e o sistema digestivo, com amostras de cartilagem no módulo Kibo e no Life Science Glovebox para possíveis aplicações na saúde terrestre.
  • Ultrassom foi utilizado para mapear vasos sanguíneos e órgãos abdominais, com dispositivos EchoFinder-2 e uso de realidade aumentada e IA para reconhecer estruturas.
  • Preparativos para caminhada espacial incluem revisão de manobras com o traje, pressurização do Access (Quest) e respostas a emergências; baterias de íon de lítio dos trajes também foram mantidas.
  • O cosmonauta Andrei Fedyaev reuniu dados de detector de radiação e transferiu água do Progress 94 para tanques da seção Roscosmos; estudos com IA são avaliados para ampliar a eficiência da equipe.
  • O trabalho na estação busca avanços em terapias e tecnologias para missões longas, incluindo possíveis reparos do braço robótico Canadarm2 programados para 30 de junho.

O Expedicionário 74 da ISS realiza pesquisas para compreender os efeitos da microgravidade na saúde humana. Nesta semana, a equipe investigou crescimento de cartilagem e o funcionamento do sistema digestivo, visando avanços médicos na Terra e em missões espaciais futuras.

Os trabalhos acontecem a bordo da Estação Espacial Internacional, com engenheiros da NASA e da ESA conduzindo experimentos no módulo de ciências da vida e em equipamentos de ultrassom e biotecnologia. As atividades envolvem coleta, thaw e cultivo de amostras biológicas, sob condições de microgravidade.

A dupla de astronautas Jessica Meir e Chris Williams manipulou amostras de cartilagem no Life Science Glovebox, no módulo Kibo, para iniciar o cultivo em incubadora. Em paralelo, cosmonautas russos acompanharam estudos digestivos com ultrassom.

Avaliação de digestão e monitoramento vascular

Sergey Kud-Sverchkov e Sergei Mikaev realizaram ultrassom abdominal para mapear fluxo sanguíneo e morfologia de órgãos após as refeições, gerando dados em tempo real para médicos a bordo.

Outra investigação utilizou o EchoFinder-2, com Meir, Adenot e Williams conduzindo varreduras ultrassonográficas com auxílio de realidade aumentada e IA para reconhecer órgãos principais.

Preparação para atividades externas e manutenção

Adenot, junto de Jack Hathaway, revisou procedimentos de caminhada espacial, incluindo manejo de trajes, pressão de portas e respostas a emergências. Também houve serviço nas baterias de íons de lítio que alimentam os trajes.

Ainda, a equipe aguarda o anúncio dos astronautas que realizarão a saída prevista para 30 de junho, para reparar o Canadarm2 com o recurso Canadarm2. O objetivo é manter a capacidade de manutenção do laboratório orbital.

O dia de trabalho incluiu ainda o download de dados de um detector de radiação, transferência de água do Progress 94 e testes de ferramentas de IA para aumentar a eficiência da tripulação.

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