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Curiosidades pediátricas dos países da Copa do Mundo que você talvez não conheça

Da Colômbia ao Reino Unido, 15 curiosidades pediátricas evidenciam impactos globais na saúde de bebês e tendências de políticas públicas

Vejas as curiosidades pediátricas de 15 países que estão participando da Copa do Mundo — Foto: Pexels
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  • Colômbia criou o Método Canguru em 1979, no Instituto Materno-Infantil de Bogotá, hoje utilizado pelo SUS.
  • Nova Zelândia mostrou, nos anos oitenta, que dormir o bebê de barriga para cima reduz a mortalidade por Síndrome da Morte Súbita Infantil.
  • Estados Unidos: em 1952, a anestesiologista Virginia Apgar criou o escore que avalia o recém-nascido na sala de parto.
  • Canadá: em Toronto, 1921, ocorreu a descoberta da insulina, mudando o tratamento do diabetes tipo 1 infantil.
  • Brasil: abriga a maior rede de bancos de leite humano do mundo, referência internacional da OMS.

A Copa do Mundo inspira não apenas jogos, mas histórias de saúde infantil de cada país participante. Do método que põe bebês no colo da mãe ao estudo que mudou hábitos de sono, as curiosidades mostram como avanços médicos acompanham a cultura e o esporte. Confira 15 exemplos relevantes.

Do Berço ao Canguru: Colômbia e Nova Zelândia lideram ideias que moldam o cuidado neonatal. Em Bogotá, o Método Canguru nasceu em 1979 para promover contato pele a pele e protagonismo dos pais. A prática já se espalhou, inclusive pelo SUS brasileiro. Na Nova Zelândia, pesquisas dos anos 80 mostraram que dormir de barriga para cima reduz riscos de morte súbita, influenciando campanhas globais.

Entre avanços clínicos e políticas públicas, surgiram marcos que marcaram a infância mundial. Nos EUA, o escore de Apgar, criado em 1952, continua sendo referência para avaliação imediata do recém-nascido. No Canadá, a descoberta da insulina, em Toronto, transformou o tratamento do diabetes infantil.

Linha do tempo e impactos globais

O Brasil abriga a maior rede de bancos de leite humano do mundo, reconhecida pela OMS, assegurando leite para recém-nascidos prematuros. O México implementou, em 2014, um imposto sobre bebidas açucaradas que influenciou políticas públicas contra a obesidade infantil. O esforço ganhou atenção internacional como estudo de prevenção e saúde pública.

Continuidades e mudanças em imunização e saúde infantil

África do Sul destaca-se pela prevenção da transmissão vertical do HIV, reduzindo casos pediátricos e servindo de referência global. Gana incluiu vacina contra malária na rotina infantil, marcando avanço importante na proteção de crianças pequenas. No Marrocos, o aleitamento é protegido culturalmente, com proteção até os 2 anos, alinhada às recomendações da OMS.

Cabo Verde ampliou a imunização ao vacinar meninos contra HPV e ao disponibilizar gratuitamente vacinas antes restritas a privados, como rotavírus, pneumocócica e hexavalente. Japão detém a Boshi Techo, caderneta que acompanha mãe e criança, guardada como legado por famílias até o casamento.

Vacinação, parto e saúde materno-infantil

A França mantém uma das rotinas de vacinação mais rigorosas, tornando 11 vacinas obrigatórias até os dois primeiros anos. A Argentina tornou gratuita e obrigatória a vacina contra o VSR para gestantes entre a 32ª e 36ª semana desde 2024, visando proteger o bebê nos primeiros meses de vida. A Holanda é reconhecida pela tradição de partos domiciliares com apoio de parteiras.

A Inglaterra permanece como referência em parto assistido por parteiras profissionais, mantendo opções de parto domiciliar com segurança. O conjunto dessas experiências mostra como políticas, práticas culturais e pesquisas afetam a saúde infantil ao redor do mundo, conectando o esporte à ciência.

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