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Cyberpunk 2077 mostra início dos jogos no ARM, mas com preço

Cyberpunk 2077 no Mac com Apple Silicon demonstra que ARM já suporta títulos pesados, mas exige investimento alto em hardware e memória

Cyberpunk 2077 mostra que o futuro dos games no ARM já começou, mas por um preço
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  • Cyberpunk 2077 roda no macOS em MacBook Pro com Apple Silicon (M4 Max) e memória generosa, demonstrando que ARM pode suportar títulos pesados; o conjunto testado tinha 128 GB de memória unificada e GPU de 40 núcleos.
  • A Ray Tracing no Mac não vem ativado por padrão e exige hardware recente de Apple e memória unificada; requisitos oficiais indicam 30 FPS com RT em M3 Pro/18 GB ou 60 FPS com RT em M3 Max/36 GB, com resolução de 1800×1125 ou 1920×1080 e MetalFX DRS ativo.
  • Com configuração automática “Para Este Mac”, o jogo roda com gráficos altos sem RT, em 2336×1460, mantendo 60 quadros por segundo e boa qualidade visual.
  • Quando o Path Tracing é ativado, a performance cai drasticamente; 4K fica inviável, girando próximo de 20 FPS, enquanto Quad HD pode chegar a ~30 FPS e Full HD facilita chegar perto de 60 FPS com ajustes.
  • O teste ressalta o potencial da arquitetura ARM para jogos, mas destaca o preço como principal barreira para adoção ampla; tecnologias como MetalFX e movimentos da Nvidia sinalizam caminhos futuros para renderização em dispositivos mais compactos.

Cyberpunk 2077 já funciona em Macs com arquitetura ARM, demonstrando avanço tecnológico no setor. A versão nativa para Apple Silicon, lançada no ano passado, foi testada em um MacBook Pro de alto desempenho para avaliar desempenho e qualidade visual. O estudo indica que o ARM já lida com recursos pesados como o Ray Tracing, ainda que com custos.

A análise foi conduzida com um MacBook Pro de 16 polegadas, modelo 2024, equipado com chip M4 Max, 16 núcleos de CPU, 40 núcleos de GPU, 128 GB de memória unificada e 8 TB de SSD. O teste utilizou macOS 15.5.1 e a versão 2.31 de Cyberpunk 2077. A experiência foi retrospectiva e comparativa com PCs tradicionais.

Configurações e requisitos

Segundo a CD Projekt RED, o Ray Tracing no macOS não é automático e requer Apple Silicon recentes e memória unificada suficiente. Para 30 FPS com Ray Tracing, recomenda-se M3 Pro, 18 GB e resolução próxima de 1800×1125. Já para 60 FPS, exige M3 Max, 36 GB e as mesmas resoluções, com MetalFX DRS ativado manualmente.

Tecnologias e desempenho no Mac

A versão para Mac traz compatibilidade com AMD FSR, geração de quadros e opções avançadas de escalonamento. O destaque fica com o MetalFX, solução própria da Apple para upscaling inteligente, semelhante a DLSS e FSR, visando melhorar desempenho sem degradar excessivamente a qualidade.

Experiência de uso e impacto

Os testes utilizam a configuração automática “Para Este Mac”, ajustando o jogo ao hardware detectado. O resultado inicial mostrou gráficos elevados, iluminação cuidadosa e áudio de qualidade, com a tela Retina contribuindo para a imersão. O silêncio do notebook também chamou a atenção.

Desempenho prático

Com a configuração padrão, o jogo roda em gráficos altos/ultra sem Ray Tracing, a 2336×1460 e 60 FPS estáveis. Em 4K com MetalFX dinâmico, manteve 60 FPS sem Ray Tracing. Path Tracing elevou a exigência, reduzindo para ~20 FPS em 4K.

Alternativas de resolução

Ao reduzir para Quad HD, o desempenho aproxima-se de 30 FPS. Full HD também entrega boa taxa com ajustes. Sem Path Tracing, Ray Tracing convencional eleva os FPS acima de 80, mantendo qualidade gráfica elevada.

Conclusões operacionais

O estudo aponta que o Mac para jogos, com hardware adequado, oferece experiência sólida em Cyberpunk 2077. A combinação de performance, silenciamento e tela de alto brilho reforça a viabilidade de Macs potentes como plataforma de jogos.

Viabilidade e perspectivas

A mobilidade de hardware ARM para jogos pesados sugere tendência de expansão, com operações futuras como o Nvidia Spark explorando combinações de ARM, IA e técnicas de renderização. O principal obstáculo continua sendo o custo desses dispositivos de ponta.

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