- Estudos da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo indicam que mulheres com até 45 anos apresentam maior risco de mortalidade e piores desfechos do que homens da mesma faixa etária.
- O infarto em mulheres pode se apresentar sem a dor clássica no peito; sinais incluem cansaço intenso, falta de ar, náuseas, desconforto abdominal e mal-estar.
- Essa apresentação clínica atípica pode atrasar o atendimento e o diagnóstico.
- Fatores como obesidade, hipertensão, diabetes, tabagismo, sedentarismo, histórico familiar e estresse elevam o risco cardiovascular em mulheres antes da menopausa.
- A prevenção deve começar antes dos sintomas, com acompanhamento clínico, controle da pressão arterial, monitoramento metabólico e hábitos de vida saudáveis.
O aumento das doenças cardiovasculares entre mulheres jovens tem chamado a atenção de especialistas. Dados da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) indicam maior mortalidade entre mulheres com até 45 anos em comparação com homens da mesma faixa etária.
Além disso, o infarto em mulheres pode se apresentar de forma diferente do padrão clássico. Sinais comuns incluem cansaço extremo, falta de ar, náuseas e desconforto abdominal, o que pode atrasar o diagnóstico e o atendimento.
Fatores como obesidade, hipertensão, diabetes, tabagismo, sedentarismo, histórico familiar e estresse também elevam o risco antes da menopausa. O tempo entre o início dos sintomas e o tratamento aumenta o risco de complicações, alertam especialistas.
Impactos e prevenção
A prevenção cardiovascular deve começar antes do aparecimento dos sintomas. O acompanhamento clínico, o controle da pressão arterial, o monitoramento metabólico e a adoção de hábitos saudáveis são medidas-chave para reduzir o risco.
Autoridades da Rede Total Care destacam a importância de identificar precocemente alterações no coração. O objetivo é ampliar o tempo de resposta ao tratamento e reduzir desfechos adversos entre mulheres mais jovens. Fonte: SOCESP e Rede Total Care.
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