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Síndrome do túnel do tarso: diagnóstico e opções de tratamento

Síndrome do túnel do tarso ocorre pela compressão do nervo tibial no tornozelo interno, gerando queimação, dormência e dor ao ficar em pé, com tratamento variado

Sintomas como queimação, dormência e formigamento ajudam a desconfiar da síndrome do túnel do tarso
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  • A síndrome do túnel do tarso acontece quando o nervo tibial é comprimido dentro de uma passagem na parte interna do tornozelo, causando queimação, formigamento e dormência, principalmente ao ficar em pé ou caminhar.
  • Causas comuns incluem pé plano (arco longo) e pronação excessiva, além de tecido cicatricial, cistos, inflamação por artrite, diabetes ou hipotireoidismo.
  • O diagnóstico envolve descartar fascite plantar e radiculopatia lombar; o médico avalia sintomas predominantes de queimação, dormência ou formigamento e realiza exame físico pressionando a região do túnel do tarso.
  • O tratamento inicial envolve reduzir a atividade que desencadeou os sintomas, revisar calçados e órteses, e terapia com exercícios para deslizamento neurais, alongamento e fortalecimento do arco do pé.
  • Em casos persistentes, pode haver injeção de corticosteroide e, se necessário, cirurgia para ampliar o túnel, liberar o nervo tibial ou remover massas; a recuperação costuma levar cerca de dois meses em muitos casos.

O que é a síndrome do túnel do tarso? Trata-se de compressão do nervo tibial no túnel do tarso, região interna do tornozelo. Sintomas comuns incluem queimação, formigamento e dormência na sola do pé. Eles costumam piorar ao ficar em pé ou caminhar.

A condição pode ocorrer por fatores como pés planos, pronação excessiva e irritação de estruturas ao redor. Cirurgia, lesões, inflamação ou doenças como artrite também podem contribuir para o quadro.

O diagnóstico exige excluir outras causas com sinais semelhantes, como fascite plantar ou radiculopatia lombar. O clínico avalia o histórico, faz exame físico e pode indicar exames adicionais.

O diagnóstico

Para confirmar, o médico observa os sintomas com predominância de dor nervosa, não apenas dor incômoda. O exame físico pressiona a região do túnel do tarso para verificar repetição dos sintomas.

Tratamento inicial

Mudanças na rotina, como reduzir atividades que desencadearam o problema, costumam ser o primeiro passo. O ajuste calçadista e o uso de órteses que deem suporte ao arco ajudam a evitar giro excessivo.

Abordagens terapêuticas

Fisioterapia busca três objetivos: mobilidade neural, flexibilidade do tornozelo e fortalecimento muscular. Exercícios de deslizamento neural ajudam o nervo a deslizar com menos atrito.

Duração e opções adicionais

Muitos pacientes apresentam melhora em cerca de dois meses com tratamento conservador. Em casos persistentes, pode haver injeção de corticosteroide ou, se necessário, cirurgia para ampliar o túnel ou liberar o nervo.

Este conteúdo foi revisado por nossa equipe, com base em informações clínicas sobre a síndrome do túnel do tarso.

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