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Frio pode afetar o coração e elevar risco de infartos

Frio eleva o risco de infartos e AVCs ao contrair vasos sanguíneos e aumentar a pressão; vacinação e hábitos saudáveis ajudam a reduzir o perigo

Risco de infarto aumenta no frio: entenda os cuidados necessários
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  • O frio aumenta o risco de infartos e AVCs ao provocar contração dos vasos sanguíneos, deixar o sangue mais espesso e elevar a pressão arterial.
  • Condições climáticas como baixa umidade, ventos fortes e queda na pressão atmosférica ajudam a piorar a circulação e podem agravar problemas cardíacos.
  • Vírus respiratórios, especialmente gripe e Covid‑19, podem desencadear inflamação que favorece a formação de coágulos e eleva o risco de eventos cardíacos.
  • Pessoas com doenças cardíacas estão entre as mais vulneráveis; manter o corpo aquecido e adotar hábitos saudáveis é fundamental para reduzir o risco.
  • Prevenção inclui vacinação contra gripe, alimentação equilibrada, atividade física regular, reduzir exposição à poluição e evitar fumo passivo.

O frio aumenta o risco de problemas cardíacos, como infartos e AVCs, por provocar contração dos vasos, maior viscosidade do sangue e alterações no organismo. O ar frio e seco também eleva a pressão arterial, exigindo mais do músculo cardíaco. Em algumas pessoas, os vírus respiratórios agravam o quadro.

Com a queda de temperatura, o sistema nervoso reage, elevando a pressão arterial. Isso pode sobrecarregar o coração, principalmente em quem já tem doença cardíaca. A circulação pode ficar menos eficiente se houver aglomeração de fatores de risco, como baixa atividade física e alimentação inadequada.

Pacientes com artérias já estreitadas podem sentir dor torácica ao respirar ar frio, por causa da contração vascular. Pessoas saudáveis costumam ter resposta diferente, mas mesmo assim o frio aumenta a demanda cardíaca. Um ambiente mal agasalhado favorece a hipotermia e o comprometimento cardíaco.

Como o frio afeta a circulação

A mudança de pressão atmosférica, umidade baixa e vento forte ativam o sistema nervoso, acelerando a contração dos vasos. Isso eleva o risco de trombose e pode dificultar a irrigação do músculo cardíaco. Estudos associam queda de pressão a aumentos no risco de TVP.

O frio também está ligado a alterações no metabolismo. A produção de colesterol pode aumentar, a atividade física tende a diminuir e a vitamina D fica mais baixa, fatores que elevam o risco cardiovascular ao longo do inverno.

Vírus respiratórios também entram no cenário. A gripe e a Covid-19 aparecem entre os principais gatilhos de infarto e AVC em análises recentes, principalmente logo após a infecção, quando a inflamação aumenta o risco de formação de coágulos.

Importância de hábitos de prevenção

Manter hábitos saudáveis ao longo do ano reduz o impacto do frio no coração. Alimentação balanceada, exercícios regulares, não fumar e moderação no álcool são orientações comuns. A poluição atmosférica também interfere negativamente na saúde cardiovascular.

A vacinação contra gripe é especialmente relevante para quem tem doença cardíaca, pois pode diminuir o risco de infarto ou AVC durante o inverno. O cuidado com o aquecimento adequado evita quedas de temperatura e complicações cardíacas.

Além disso, manter as vacinas atualizadas e evitar exposições desnecessárias a ambientes com poluentes contribui para reduzir incidentes cardíacos relacionados ao frio. O enfoque contínuo em hábitos saudáveis é essencial para a saúde do coração nas estações frias.

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